A casa do oleiro

INTRODUÇÃO

Moldados por D’us guia-nos das encostas pedregosas de Natzeret (Nazaré), em Yisra’el, até a casa simples do oleiro. Veremos como o barro é lavado, amassado e deposto até ficar calmo” como ele é trabalhado sobre a mesa do oleiro, depois dessecado, pré-cozido e cozido, as vezes, quebrado a  fim de poder ser trabalhado de novo para uma finalidade mais valiosa. Veremos também que o barro tem memória. Este caminho do barro é também o caminho do Homem. Na casa do oleiro, estamos nas mãos do Eterno. Ele é quem fala … Escute-O !!!

IMAGEM 1 – HOMEM, PÓ DA TERRA

  • Avraham estava com 100 anos e sua mulher Sarah 90 anos antes que fizesse “Adonai lembrou – se de Sarah como tinha dito, e Adonai fez por Sarah o que lhe prometeu” (Bereshit / Genesis 21 : 1) ;
  • Yitz’chak orou insistentemente por Rivkah [Rebeca], porquanto ela, era estéril. As suas orações foram respondidas 20 anos depois ;
  • Ya’acov, por muito tempo, lutou “com lutas de D’us”, até que D’us se lembrou de Rachel e a ouviu, concedendo-lhe Yosef, o filho das orações ;
  • A mãe de Moshe [Moisés] teve que renunciar a seu filho e deixa-lo ao rio Nilo mas, D’us o tirou das águas ;
  • Z’kharyah e Elisheva eram velhos quando D’us lhe falou através de Gavri’el de Yochanan o batizador acerca de seu nascimento. (Lucas 1:13-19) ;
  • Hannah, esposa de Elkanah não tinha filhos. Em profunda depressão ela orava e chorava (Sh’mu’el Alef 1:10), derramando – se na presença do Senhor (Sh’mu’el Alef 1:15), então Eli respondeu: “vá em paz. Que o D’us de Yisra’el conceda o que você pediu a ele” Assim nasceu Sh’mu’el, um dos maiores homens de D’us da Antiga Aliança ;D’us vê sinais de vida mesmo ali onde o homem vê um terreno morto e secoBarukh HaShem !

O BARRO DEVE SER AMASSADO

IMAGEM 2 – BARRO AMASSADO PARA SER VASO

Os nossos pecados e egoísmo não nos incomodam. Quando D’us nos molda, concretiza- se o que esta escrito :

“ Porque seu coração se enterneceu, e se humilhou diante de Adonai quando ouviu o que eu disse contra este lugar e seus habitantes – que eles seriam motivo de desolação e maldição – , e rasgou suas vestes e clamou diante de mim, eu o ouvi, diz Adonai ” (2º Reis / M’lakhim Bet 22 : 19)

Ao lado duma parede da olaria encontrava-se um monte dos torrões de barro a espera. Um a um, todos foram amassados pelas mãos do oleiro. Primeiro bateu o torrão com palmas, para preparar uma folha, que depois foi enrolada de batida outra vez até ficar macia. Vez em quando, os sensíveis dedos do oleiro encontravam uma pedra. Se a pedra ficar na massa pode estragar os vasos na modelagem.

O mesmo ocorre conosco. Quando estamos nas mãos do oleiro, sendo trabalhados por Ele, encontram-se as maiores falhas de nossa vida. Do nosso íntimo, surgem egoísmo e áreas não santificadas que, de outro modo, ficariam ocultas. Quanto ao coração, em geral, pode dizer-se como o salmista : “o coração deles é grosso e gordo, mas eu me deleito em tua Torah.”  (Tehilim / Salmos 119 : 70)

No pátio do oleiro recebi a resposta. “É preciso lavar o barro!”.

Segredos Rhema

  1. Submeta – se a D’us (o oleiro) para que Ele tire as impurezas e o purifique;
  2. Deixe que D’us (o oleiro)  te prepare para que sejas modelado segundo a sua vontade soberana e não segundo os seus conceitos.

Antes de colocá-lo sobre a mesa do oleiro. Depois de voltarmos para Nazaré, o aprendiz do oleiro levou-me ao lado da casa onde havia duas covas mais ou menos de um metro quadrado cada uma. Primeiro encheram-se as covas com água. Em seguida o aprendiz deitou lá a terra. Esta maceração levou vários dias, a que se seguiu a purificação do barro. Nos tanques amplos, feitos de tambores de gasolina, o barro macerado, foi esfregado e lavado aos poucos. De vez em quando os dedos do oleiro encontravam na massa grãos não dissolvidos que logo eram tirados fora. Quando toda a massa foi purificada, foi colocada outra vez na cova para “repousar”. O sol fez evaporar a umidade, tendo ficado uma massa densa na qual apareceram fendas, demonstrando assim que a massa já tinha particularidades do barro. Na cova o barro tornou-se mais resistente. Só depois começou o manejo próprio do barro.


O BARRO AMASSADO NÃO VAI IMEDIATAMENTE PARA A MESA DO OLEIRO

IMAGEM 3 – BARRO AMASSADO

  • Muitas vezes, somos pessoas endurecidas… Quando é que D’us precisa usar o seu poder antes de ter a possibilidade de realizar os Seus planos quanto a nós?
  • Repetidas vezes, o ímpio, louva a D’us mais facilmente do que nós que, pela dureza de nosso coração confiamos em nós mesmos.
  • A consciência sensível perante D’us, deve fazer parte de nós. Viva no Mashiakh Yeshua.
  • D’us transforma as aflições em bênçãos. É exatamente por isso que o Grande Oleiro, nos trabalha e nos permite tribulações.
  • Não é possível conhecer as características do barro sem o provar, experimentar com os dedos. O barro deve ser resistente e elástico; tem que viver e “chorar”. De outro modo, não há vida nele.

O BARRO AMASSADO É POSTO DE LADO

IMAGEM 4 – HOMEM, PÓ DA TERRA

Segredo Rhema

O caminho do homem é o caminho do barro. Uma das lições essenciais da nossa vida é aprender a estar posto de lado. Quem segue o caminho do barro a partir das encostas pedregosas de Nazaré até à mesa do oleiro repara que repetidamente o barro fica à espera. Mas estar de lado, estar deposto, não significa ser abandonado. Não há vias rápidas.

No mundo do barro existem certas leis que não podem ser ultrapassadas. O mesmo se passa também no Reino de D’us.

  • Avraham (Abraão) tinha 75 anos quando D’us lhe falou em Harã. Passou a maior parte da sua vida numa caminhada fatigante no deserto.
  • Yosef (José) andou pelo poço, pela escravidão e pela prisão, até atingir a liberdade.
  • Mosheh (Moisés) experimentou a condição de refugiado por matar um egípcio, tendo passado muito tempo a pastorear ovelhas no deserto de Midiã.
  • Yochanan o batizador (João Batista) preparou-se no deserto para o seu trabalho.
  • Sha’ul HaShaliakh (Paulo o apóstolo) ficou três anos no deserto após a sua conversão e só passados 14 anos é que foi a Jerusalém para relatar a sua primeira viagem missionária; só então recebeu a tarefa a de trabalhar como apóstolo dos goyins (gentios).

Estes períodos de espera e a maneira de ocupar os momentos da vida cotidiana são os que mais nos formam como seguidores do Messias.

IMAGEM 5 – MODELAGEM DO VASO DE BARRO

  • É preciso mover, induzir e “persuadir” o barro. Ele não pode ser fundido. Hoje em dia, grandes fábricas, usando certos produtos, fazem objetos de barro com moldes, mas qualquer oleiro vulgar, da China à América, sabe que o barro não pode ser modelado à força. Por isso, é necessário “persuadir” o barro. O barro exige um certo tempo antes de ficar na forma desejada pelo oleiro. Assim também D’us nos persuade a aceitar o Evangelho.

Yeshua disse: “Yerushalaim,  Yerushalaim! Você que mata os profetas, que apedreja os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir seus filhos, como a galinha reúne os pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês se recusaram!” (Mattiyahu / Mateus 23:37)

Hoshe’a [Oséias 11:7] lemos: “Meu povo se mantém em suspense quanto a voltar para mim; e, apesar de serem chamados para cima, ninguém se move.” Yesha’yahu [Isaias  65:2] afirma: “Estendi minhas mãos o dia todo a um povo rebelde que vive de uma maneira que não e boa, que segue suas inclinações.” O Santo D’us bem sabe que o homem se revolta contra a Sua vontade, mais que o próprio barro contra a vontade do oleiro. Por isso, D’us quis ganhar a nossa confiança e entregou o Seu próprio Filho como garantia do Seu amor para conosco.

Assim devíamos entender as palavras De Sha’ul HaShaliakh (Paulo o apóstolo)… “Aquele que não poupou o próprio Filho mas o entregou a favor de todos nós – será possível que, nos tendo dado seu Filho, não nos dê também todas as coisas? De que maneira deve estar o barro nas mãos do oleiro? Deve ser elástico e calmo”.

Um oleiro disse-me: “O barro purificado e trabalhado é belo. Não tem componentes estranhos de qualquer tipo;  ele é como leite ou seda; já não revolta nos dedos”. Quanto ao homem, isso significa evidentemente o que um canceroso recebeu da Bíblia para a sua aflição. Ele leu Tehilim [Salmos] 131:2 “Não, eu me mantenho calmo e quieto, como uma criança no colo de sua mãe – eu me mantenho como uma criança pequena.” Apesar de tudo ele estava na “leiteira” da graça de D’us.”

Segredo Rhema

IMAGEM 6 – MODELAGEM DO VASO DE BARRO DE ACORDO COM A VONTADE DO OLEIRO

Estamos em movimento continuo que nos leva à presença de D’us e D’us se lembra em que fase estamos em cada altura.
“Alem disso, sabemos que D’us faz todas as coisas cooperarem para o bem de quem o ama e é chamado de acordo com seu propósito,” Romanos 8:28

Uma das características humanas do barro é que ele é capaz de memorizar o trabalho que já foi feito nele. Por isso o barro é amassado e trabalhado várias vezes para que se torne mais resistente – e por isso também é muitas vezes deposto entre as fases do trabalho. Os cientistas falam da chamada “lei de Débora”. Em Shoftim [Juízes 5:5] diz-se, no texto original, que “As montanhas se derreteram na presença de Adonai, no Sinai, diante de Adonai, o D’us de Yisra’el”. Ao se derreterem, os montes correram e dobraram-se até atingir a forma atual. Mas continuam a estar em movimento, lento e invisível. O mesmo se passa também com o barro e a matéria plástica. Também eles têm uma espécie de memória que se chama o fenômeno geológico. Se o oleiro tem duas bolas de barro, iguais, quanto à forma e à dureza, das quais uma já foi uma vez amassada, ele só precisa de as tocar para saber qual delas já passou pelas suas mãos. Com o homem passa-se o mesmo. Não é em vão nenhum trabalho de D’us em nós e já estivemos uma vez na escola de D’us, os ensinos, até enganos anteriores, contribuem para o nosso bem mais tarde. Sentimos, nós próprios, que somos “torrões duros e inflexíveis” nas mãos de D’us. Será que Ele pode usar uma pessoa tal como eu sou? Mas D’us não se esquece da sua obra, incluindo as aflições e provas da nossa vida.

No Reino de D’us existem certos modelos básicos e certos tesouros fundamentais que cada um de nós devia conhecer e aceitar como guias para a vida. Se estas normas não servem como princípios da nossa vida, será que levamos realmente a sério a nossa vocação como pessoas tementes a D’us e seguidoras do caminho do Messias?

IMAGEM 7 – VASOS SÃO COMO SERVOS – A DISPOSIÇÃO DO GOSTO DO OLEIRO

  • O objetivo de todo o trabalhode D’us está expresso já na narração da Criação: Ele criou-nos à sua imagem (hebr. Zelem Elohim), O apóstolo Paulo enfatiza em Gálatas 1:16 que D’us revelou nele o Seu Filho. Yeshua é, segundo Hebreus 1:3, “o resplendor da sua glória e a expressa imagem da sua pessoa”. Todo o trabalho espiritual visa a que “Mashiakh seja formado em nós” Gálatas 4:19.
  • Sha’ul HaShaliakh [Paulo o apóstolo] destaca: “Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Yeshua HaMashiakh” II Pedro 4:19.
  • Colossenses 3:3 relembra: “Já estais mortos e a vossa vida está escondida com Mashiakh em D’us.”
  • Os judeus do caminho consideram muitas vezes Gálatas 2:19,20, como o texto mais essencial do Novo Testamento: “Porque eu, pela lei, estou morto para a lei, para viver para D’us. Já estou crucificado com Mashiakh; e vivo, não mais eu, mas Mashiakh vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de D’us.” Gálatas 6.14 fala do mesmo assunto revelando que, pela estaca de execução de Yeshua HaMashiakh,“o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo”.
  • Efésios 2:6 diz que Ele “nos fez sentar nos lugares celestiais, em Mashiakh Yeshua”.

Quando Sha’ul HaShaliakh [Paulo o apóstolo] fala do tesouro em vasos de barro e do enorme poder contido nele, o que está em questão é a influência real de Yeshua na Igreja. Será que nós, aceitamos os planos de D’us para a nossa vida? Ou será que estamos revoltados nas mãos de  D’us? Talvez nos comecemos a tornar “endurecidos” e, por conseguinte, o verdadeiro objetivo da fé já não nos faça sentido.

  • Sha’ul HaShaliakh [Paulo o apóstolo], acentua em I Coríntios 2:5: “Para que a vossa fé não se apoiasse na sabedoria dos homens, mas no poder de D’us”.
  • Efésios 3:19 exorta-nos a conhecer “o amor de Mashiakh, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de D’us”.
  • A mesma carta, em 4:12, relembra que D’us quer “o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério”.
  • Mero serviço não chega. Em Efésios 6:6,7 é nos lembrado: “Fazendo de coração a vontade de D’us; servindo de boa vontade como ao Senhor, e não como aos homens.”
  • O alvo para nós atingirmos está escrito em Efésios 2:22: “No qual (Senhor), também vós, juntamente, sois edificados para morada de D’us em Espírito”.

Estes dez parágrafos são um resumo da nossa fé. Seria bom que encontrássemos na nossa Bíblia algumas regras básicas que nos ajudassem a lembrar, em cada momento, o que é essencial na nossa vida espiritual. Será que este plano tem espaço para Yeshua? Tenho visto repetidas vezes que só se encontra satisfação permanente ali, onde há espaço para Yeshua. Mas Ele não abençoa todos os nossos impulsos. Ele requer espaço e consagração, pois então Ele realmente está presente nas tempestades da nossa vida.

IMAGEM 8 – Efésios 3:19 exorta-nos a conhecer “o amor de Mashiakh, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de D’us”.

 


ANTES DE SER COZIDO, O BARRO É PRÉ-COZIDO

IMAGEM 9 – COZIMENTO DO VASO DE BARRO

  • Muito antes de ser cozido o vaso é pré-cozido – No decorrer do cozimento é que se nota claramente a paciência do oleiro; “fazer fumegar o pote” é muito significativo. Na temperatura baixa, o barro perde a umidade que ainda resta e se olharmos o forno, parece que os vasos estão a fumegar. É como se deles saísse vapor.
  • Se a temperatura sobe de repente, alguns vasos podem rachar e estragar toda a fornada. Também D’us parece conduzir os seus filhos pouco a pouco à forja da vida. Mas, por qualquer razão alguém ficou ofendido, talvez por os outros não lhe prestarem atenção. Não há outro tão faminto como a pessoa que quer ter a atenção dos outros. O nosso velho homem está sempre pronto a dirigir e a exibir-se. Assim o trabalho pode parecer cada vez mais extenso, portanto, tenta-se fazer algo sem ter pressupostos interiores.
  • Inchamo-nos e passa-se o mesmo que se passa com os vasos durante o pré-cozimento. A borbulha de ar, escondida no barro, rebenta, e em consequência dá-se uma explosão. Estilhaços espalham-se por todo o lado. Muitos ficam feridos e assim pode perder-se toda a fornada. O nosso orgulho impede-nos de receber as bênçãos e o coração orgulhoso ofende e fica ofendido.
  • Durante o pré-cozimento o vaso de barro encolhe-se e perde peso – À medida que o cozimento avança, o vaso continua a encolher-se até certo ponto. Ao mesmo tempo o fogo provocam no interior da estrutura argilosa do vaso certas transformações. Durante o pré-cozimento elimina-se toda a umidade remanescente. Por fim o oleiro experimenta qual é a temperatura do forno utilizando aço frio. Se o aço ficar coberto de vapor, é preciso continuar o pré-cozimento. Durante a primeiro cozimento a estrutura do objeto torna-se mais homogênea, ao mesmo tempo que diminui em tamanho. O vaso diminui durante o cozimento até 16%.
  • Na língua hebraica a palavra “anaav” tem o significado de “afligido” . D’us conduz os seus filhos pelas tribulações e aflições a fim de que se tornem menores.
  • Mesmo o barro experimenta a “glorificação” – Depois da pré-cozedura a temperatura do forno é lentamente aumentada. Na temperatura de 500 graus os objetos tornam-se avermelhados. Depois começam a abrasar-se como o ferro incandescente. Só então o oleiro começa verdadeiramente a aumentar a temperatura. Finalmente o vaso está todo em brasa. “Esta cor não é a de ouro nem branca ou azul, nem alguma outra cor conhecida. O apóstolo João viu esta cor na ilha de Patmos. Ela é de plena luz“. Se o vaso tem este luzir ficou bom com certeza. Uma vez o cozimento leva 8 horas, outra vez talvez 18 horas antes que apareça este luzir.
  • O oleiro observa a cozedura durante todo o tempo através duma pequena abertura no forno. Esta imagem é muito rica: D’us sabe quanto é que podemos suportar o calor da vida e da sua quietude e cuida de nós da maneira mais conveniente. “Toda a coisa que pode suportar o fogo fareis passar pelo fogo para que fique limpa – mas tudo o que não pode suportar o fogo, o fareis passar pela água” Nm. 31:23. O oleiro “vê através dos seus vasos”. E quando por fim toma o vaso na mão, esse vaso “canta” e “retine” nas mãos do seu mestre.
  • É exatamente a forjada vida que dá mais intensidade à luz na vida dos filhos de D’us. Só o temente a D’us provado sabe cantar; a vida de muitos grandes homens de D’us testifica isto. Um tal vaso “retine” nas mãos do mestre. Em Esdras 5:5 está escrito: “Porém os olhos de D’us estavam sobre os anciãos dos judeus”. No meio de todas as aflições podemos experimentar a mesma coisa. Os olhos do pai observam a vida dos seus filhos.
  • Depois de ter passado pelo fogo o vaso está pronto para ser usado. Mas mesmo estando pronto ele tem de ser diariamente lavado. A Bíblia fala-nos disto repetidamente.
  • Nas terras da Bíblia a água da chuva, em geral, é conduzida para os grandes depósitos cavados nas rochas. Nos desertos arenosos a água corre para as zonas baixas formando poças naturais. As donas de casa aproveitam estas poças e vai lá com as suas vasilhas buscar água. Passado algum tempo só podem encontrar água barrenta, remexida pelos animais. Também nas cisternas cavadas nas rochas a água, estando parada, pode ficar, em parte, estragada. Assim a fonte da água viva é um grande tesouro. Quem possui uma tal fonte, normalmente comercializa a água. Manda homens, às vezes para longe da aldeia, que carregam odres às costas e gritam: “Água, água, água viva”.
  • O vaso deve ser limpo para poder ser usado – Com o decorrer do tempo certas impurezas existentes na água caem no fundo e formam lá um depósito e as paredes do vaso sedimentam-se. O profeta Jeremias fala justamente disto quando diz: “Moav vive tranqüila desde a sua juventude; ela é[como o vinho] deixada com seus resíduos; não foi mudada de vasilha em vasilha – nem foi para o exílio. Por isso, seu sabor [ruim] permanece o mesmo, o seu cheiro não mudou.” (Yirmeyahu/Jeremias 48:11) A Bíblia é muito rigorosa ao falar do pecado. Tz’fanyah [Sofonias] destaca: Quando esse tempo chegar vasculharei Yerushalayim com lâmpadas e punirei aquele que foi [complacente e denso como vinho] também com seus resíduos, que diz a si mesmo ‘Adonai não fará nada – nem bem nem mal’. (Tz’fanyah /Sofonias 1: 12) Sha’ul HaShaliakh (Paulo o apostolo), confessou: “ Na verdade, recusamo-nos a usar métodos vergonhosos e sorrateiros, empregando fraude ou distorção da palavra de D’us. (II Cor. 4:2). Temos de experimentar a purificação de todos os pecados ocultos. Todos os resíduos secretos da nossa vida devem ser trazidos à luz.
  • “ Abençoados são aqueles cujas ofensas são perdoadas, cujos pecados são cobertos! Abençoados são aqueles a quem Adonai não imputa culpa, em cujo espírito não há engano.” (Tehilim / Salmos 32 : 1,2) O pecado não confessado deixa sempre a sua marca, de maneira misteriosa. Por isso temos de ser purificados de todo o pecado. Yirmeyahu aponta que D’us observa a sinceridade do nosso arrependimento: “Entretanto, apesar de tudo isso, sua irmã infiel, Y’hudah, não se voltou para mim de todo o coração; ela fez apenas uma encenação”, disse Adonai. (Yirmeyahu / Jeremias 3 : 10)
  • Precisamos ser pessoas consagradas que experimentaram a purificação até aos últimos depósitos da sua vida. Só os vasos limpos podem conter água pura, “que se fará nele uma fonte d’água que salte para a vida eterna” O nosso Salvador quer ardentemente que as vasilhas dos seus filhos estejam cheias e que andem por toda a parte apregoando: “Água, água, água viva! Venham todos, sedentos, acerquem-se da água!” É desta água que nós precisamos!

Ênfase Adicionada

“Mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede! Ao contrario, a água que eu lhe der se tornara  uma fonte de água em seu interior, jorrando para a vida eterna!”  Yochanan / João 4:14


 

IMAGEM 10 – VASOS EM USO OU DESUSO, RACHADOS

A lição do vaso rachado é uma das mais importantes lições nesta jornada que irá levar o leitor a uma compreensão jamais imaginada da real importância disto.

IMAGEM 11 – PARTIR O VASO – CORAÇÃO, ALMA E ESPÍRITO

Toda a natureza está tão cheia da glória de D’us que o homem limitado não é capaz de compreender essa glória, explicam os rabinos. Por isso, o Santo D’us (louvado seja o Seu Nome) partiu a Sua revelação em pequenos fragmentos. Por meio deste “partir do vaso ”, podemos compreender a revelação de D’us.

Ocorre o chamado “zimsum hamakom ” isto é, a “ redução do lugar ” – a essência de D’us manifesta-se em porção reduzida.

IMAGEM 12 – ÁRVORE DA VIDA

Na natureza quebrada os eruditos encontram dez      “Sfiras” ou cifras diferentes. D’us, “reduz a sua essência” e esconde a Sua riqueza em cada uma destas cifras. São em hebraico: “Chochma, Bina, Da’at, Chessed, Guevurah, Tif’eret, Nezah, Hood, Yesood e Malchut. Os primeiros cinco são em português: Sabedoria, entendimento, conhecimento, graça e obras poderosas. Sha’ul HaShaliakh [mais conhecido pelo nome pagão de Paulo], parece enfatizar quase as mesmas coisas, quando fala sobre os chamados “carismas” que D’us dá para a edificação de sua kelilah [congregação]. O segredo do “partir o vaso” está em que o homem é capaz de se aperceber da glória de D’us, a partir de fragmentos da vida.

 


É EXTRAORDINÁRIO COMO D’US TEM MUITO A DIZER AOS “QUEBRADOS”

IMAGEM 13 – VASOS QUEBRADOS NÃO SÃO INÚTEIS

Há grandes fabricas que fabricam vasos só para serem quebrados. A farinha obtida desta  maneira misturada a nova massa, visto que, o barro,  pode ser cozido e esmagado muitas vezes e a cerâmica que se faz desta maneira é cada vez melhor. As experiências e pensamentos vindos do coração de D’us servem na construção da nossa vida.

Ênfases Adicionadas

  • “O Espírito de Adonai Elohim esta sobre mim, pois Adonai ungiu – me para anunciar boas novas aos pobres. Enviou – me para curar os quebrantados de coração; para proclamar liberdade aos cativos, para dar luz aos presos nas trevas;” Yesha’yahu [Isaías] 61 : 1
  • “Procurarei a perdida, trarei a desviada, ligarei a quebrada e fortalecerei a fraca. Mas a gorda e a forte destruirei – eu as alimentarei com juízos”. Yechezk’el [ Ez. ] 34 : 16

IMAGEM 14 – PERMITA-SE SER MOLDADO PELO OLEIRO

Quando chegamos a Macedônia, não demos descanso ao corpo. Ao contrario, enfrentamos todos os tipos de dificuldades – discussões com os de fora e apreensões com os de Dentro. (2º Coríntios 7.5). Ele viu, como a nossa casa terrestre se desfaz, como gememos desejando ser revestidos da nossa habitação, e como não queremos ser despidos.


A VIDA É UMA GRANDE SUCATA

IMAGEM 15 – SOMOS COMO SUCATAS, APENAS O FOGO PARA NOS PURIFICAR

  • A vida desfaz-nos. No entanto, foi muito consolador ouvir o que disse o engenheiro de uma metalúrgica quando estávamos no pátio da sucata da fábrica: “90% do melhor aço da nossa fábrica é feito desta sucata“. Um grande ímã veio da fábrica pelos trilhos e tirou do montão de sucata uma carga enorme a fim de levá-lo para a fundição.
  • Do mesmo modo o amor de D’us encontra-nos deformado. De outra maneira seria impossível agarrar-nos. Esse amor atrai-nos para si. Mas ele tem de nos conduzir para a fundição antes de poder fazer algo mais em nós. O aço lamina-se entre os cilindros metendo-se depois o bloco incandescente na água para o temperar. O melhor aço, destinado a certos fins tempera-se no óleo. Assim as sucatas transformam-se em aço refinado, com uma grande capacidade de resistência.
  • Numa reunião tive de falar a um grupo de mutilados de guerra. A maioria não podia mover-se. Quando entrei na sala da reunião um dos homens disse-me: “Esta malta já não presta para nada”. Entre esses homens experimentei como o amor de D’us descia até nós. Um homem inutilizado como a sucata compreende mais do que uma pessoa superficial.
  • O partir do vaso, shivirat hakeliim, diz respeito a todos. No entanto, não podemos ficar no ponto de pendurar as nossas harpas nos salgueiros da auto compaixão e permanecer com as penas nas margens dos rios de Bavel (Babilônia). O sofrimento é só uma paragem na viagem.

PORQUE SOMOS LIMITADOS… NÃO PERCEBEMOS AS OBRAS D’US

IMAGEM 16 – OLHOS BONS OU RUINS? 

São poucos os que sabem ler a história como uma obra de D’us. Muitos não são capazes de ver a providência de D’us nem sequer na história de Yisra’el. Muitas palavras extraordinárias de Yeshua tornaram-se axiomas para nós, sem aquele poder revolucionário que ainda está contido nelas. Embora todo o ensino de Yeshua fale da Sua soberania e divindade, trocamos nos mercados do mundo a doutrina d’Ele pelas coisas medíocres. Deveríamos ser o sacerdócio real e embaixadores de D’us, mas comportamo-nos como se estivéssemos ao serviço de algum sucateiro sem noção dos valores. Deixamos correr as coisas que são realmente importantes e preocupamo-nos muito com as inúteis; coamos um mosquito, mas engolimos um camelo. Apesar disso é formidável e encorajador o fato de D’us se glorificar mesmo nas pequenas coisas diárias. Por isso Ele permite que a nossa vida fique em fragmentos. Assim em cada pedaço, em cada “sfira”, está escondida toda a maravilhosa benção de D’us. Os nossos olhos deveriam abrir-se da maneira certa, Quando a graça de D’us encontra o homem, ele começa a ver os “pedaços” da vida sob uma nova luz, um novo mundo é aberto.


O VALOR DO QUEBRANTAMENTO 

IMAGEM 17 – VASO QUEBRANTADO

Como você se vê? Acaso D’us estava errado ao te escolher? Não percebes que, toda a vez que você se dispõe a murmurar, nada mais faz do que ato de rebelião contra D’us? Deixe que Ele o molde, segundo a Sua soberana vontade. Não limite D’us. Confie N’Ele e os seus designíos serão estabelecidos. E, sobretudo, não murmure. A murmuração pode causar a morte. Lembre-se de que o deserto é uma benção disfarçada e não é um lugar de permanência.

É que assim D’us recebe toda a glória. Quando Gid’on (Gideão) foi escolhido para realizar certas tarefas de D’us, ele próprio sentiu que era o menor na casa de seu pai e que a sua família era a mais fraca em Manasses. Mesmo assim o Senhor teve de dizer-lhe: “ Há pessoas demais com você para que eu entregue Midyan a eles, porque não quero que Yisra’el se vanglorie contra mim dizendo: ‘Nós salvamos a nós mesmos por nossa força’. (Shof’tim [Jz.] 7:2) O exército foi reduzido de 32000 homens a 300 homens. Em toda a vida espiritual passa-se a mesma coisa. Victor Smadja encontrou o dono de uma olaria, já de idade, e lhe fez uma proposta: “Até o pátio fica com melhor aspecto depois de ser limpo. Ofereço-lhe dez liras, vinte… pelos vasos quebrados” Assim avançou o negócio. Finalmente o velho disse sorrindo: “Meu jovem, prefiro dar o meu braço a este montão de barro, a melhor matéria que possuo”. O velho oleiro compreendeu o valor do barro. Quanto mais vezes cozido e esmagado melhor fica o barro. Quando o barro atravessa chuvas e tempestades, calor e frio, quando é recalcado pelos homens – torna-se cada vez melhor. De certo modo ele absorve as características da natureza. Quando tal barro, esmagado talvez por várias vezes, é misturado com uma nova massa, fazem-se então os melhores objetos.


O BARRO ESMAGADO MISTURA-SE COM O NOVO

Os pedreiros sabem que aspecto tem o tijolo resistente ao fogo por dentro. Se partirmos um tijolo destes com o martelo de pedreiro, podemos ver na face partida granizos de várias cores, castanhos e amarelos, encarnados, até pretos. Estes granizos já passaram pelo fogo e por isso este tijolo aguente-se em temperaturas altas do forno sem se quebrar. Depois de desfazer o velho forno, o oleiro utiliza ainda as partes interiores, “abandonadas”, misturando-as de novo com o seu melhor barro. Estas partes já passaram pelo fogo talvez 60 a 100 vezes. O oleiro também sabe que o forno velho é melhor do que o novo porque aguenta melhor altas temperaturas. Os Árabes nômades põem sempre um pouco de pão velho na massa nova. Nos países nórdicos faz-se o pão azedo da mesma maneira. No recipiente deixa-se um pouco de massa que azeda a nova massa. Estes recipientes nunca se lavam profundamente. Os árabes, quando constroem novas casas, aproveitam madeira velha. Em geral, querem sempre misturar algo velho com o novo. Pensam que isso é uma condição de benção. Embora Yeshua tivesse ensinado que a mensagem nova exige uma nova moldura, assim como o vinho novo dever ser metido em vasilhas novas, isto não significa, porém, que tudo o que é velho deva ser abandonado. Mesmo o chefe de família sabe tirar, daquilo que tem, coisas novas e velhas “Vocês entenderam todas estas coisas ?”. “Sim”, eles responderam. Ele lhes disse: “Por isso todo mestre da Torah que se tornou talmid por causa do Reino do céu e como o dono de uma casa que tira do seu tesouro coisas novas e coisas velhas”. (Mattiyahu [Mateus] 13: 51,52).

Experimentamos o mesmo nas mãos do Mestre. A providência anterior não se põe de lado, realizando-se apenas o quebramento e a peneiração. Só depois é que os novos planos de D’us se podem realizar. O vaso pronto devia reter tanto a água quente como a fria. O seguidor do Messias devia ser fiel tanto nos dias comuns como nos extraordinários. O reino de D’us não precisa de solistas, de mestres de cerimônias, que têm sempre algo extraordinário na sua algibeira. Precisamos de filhos de D’us fiéis que podem assumir responsabilidades e que não frustram as esperanças mesmo que o vento seja oposto. Quando nossa sensibilidade espiritual se corrompe é hora de partir os nossos vasos de novo.

AFINAL DE CONTAS, É EXATAMENTE A GRAÇA QUE ESTÁ EM QUESTÃO

A Toráh [Bíblia] repete muitas vezes que a graça de D’us é grande para conosco. A carta aos Hebreus recorda-nos “Não se deixem levar pelos diversos ensinos estranhos; é bom para o coração ser fortalecido pela graça, e não por comida. As pessoas que fazem dessas coisas o centro de sua vida não tem se beneficiado delas.” (Judeus Messiânicos [Hebreus] 13: 9) A graça divina é realmente o melhor remédio para o homem aflito. Mas, acontece estranhamente que a graça se pode tornar lei para o homem. Primeiro, a lei malha o homem e leva-o ao arrependimento. Mas mesmo assim ficamos “debaixo da lei”. Dizemos: “Não sou suficientemente bom e santificado para que D’us me possa aceitar. Ainda que tenha trazido todos os meus pecados à luz e embora tenha orado e tenha procurado ler a Palavra; não ouso pensar que possa ser realmente um filho de D’us.” Atormentamo-nos a nós mesmos com o que fizemos ou deixamos de fazer. Cremos na graça, mas não temos coragem de possuir a graça de D’us antes que nos melhoremos e nos restauremos a nós próprios. Mas a graça divina é tão grande e tão vasta que nunca se esgota. Podemos lembrar: D’us aceita-nos justamente com a nossa insuficiência. Podemos crer que D’us nos aceita por causa da morte expiatória de Yeshua, mesmo que não haja nada de aceitável em nós. Nunca somos capazes de cumprir as exigências da graça pois a graça não conhece exigências. Nisto é que se comprova o poder da graça. A graça deve ser graça portadora. Ela não deve sufocar-nos. Tomamos a graça como uma lei e esforçamo-nos para atingir a onda que está a fugir diante de nós, mas nunca conseguimos alcançar o que queremos. Só nos debatemos inutilmente até perdermos as forças. Deveríamos esperar pela próxima onda do mar da graça que nos levanta de repente e nos leva com ela. Devíamos basear a nossa fé naquilo que D’us é e não em nós mesmos. II Timóteo 2:19 diz claramente: No entanto, o firme fundamento de D’us permanece, marcado pelas seguintes palavras: “O Senhor conhece os seus”, e “que todos os que afirmam pertencer ao Senhor se afastem da  pratica do mal”. Se trouxermos os pecados e as injustiças à luz, podemos depositar a nossa confiança em que “o Senhor conhece os que são seus”. Ele é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas. Ele sabe quanto é que o meu vaso aguenta na forja da vida. Ele não deixa que sejamos provados acima das nossas forças. Quando nos malha, também sabe qual é o Seu objetivo. O vaso de barro nem sempre precisa compreender.

O nome hebraico de Getsêmani, “gat shmanim” significa “o lagar de azeite”.

  • Não foi permitido misturar fogo estranho com o fogo do templo do Senhor, isto é, não foi permitido usar o mesmo óleo que se usava nos templos de ídolos. Por isso os judeus tinham plantado oliveiras em todo o Monte das Oliveiras. As azeitonas que as oliveiras produziam foram tratadas exatamente segundo as instruções dos sacerdotes para que fossem rigorosamente puras. As azeitonas eram espremidas nos lagares de azeite em Getsêmani.

IMAGEM 18 – GETSÊMANI – CORAÇÃO DE YESHUA FOI ESPREMIDO


PODERÁ ELE ENCHER-ME COM A ÁGUA DA VIDA?

  • Não deveríamos exagerar quando respondemos a estas perguntas. O oleiro vê “ através do vaso ”. Depende da atitude do nosso coração a espécie de tesouro que D’us nos pode confiar. Ele “até ficou cansado por causa de nós”. Mas mesmo assim Ele queria aperfeiçoar a boa obra que começou em nós.

A LIÇÃO DO OLEIRO

IMAGEM 19 – VASO DE HONRA OU DESONRA? A ESCOLHA É SUA

 

  • D’us vê sinais de vida mesmo ali onde o homem vê um terreno morto e seco. D’us vê sua própria imagem em você;
  • “É preciso lavar o barro!” a fim de ser purificado. Sem santificação ninguém vê a D’us;
  • O barro deve ser amassado e não vai imediatamente para a mesa do oleiro para ser moldado;
  • O barro deve ser posto de lado: o caminho do homem é o caminho do barro. Uma das lições essenciais da nossa vida é aprender a estar posto de lado… estar de lado ou estar deposto não significa ser abandonado, não hávias rápidas;
  • O barro tem memória: estamos em movimento continuo que nos leva à presença de D’us e D’us se lembra em que fase estamos em cada altura;
  • Extraordinário é como D’us tem muito a dizer aos “quebrados”: a farinha obtida desta maneira misturada a nova massa, visto que, o barro, pode ser cozido e esmagado muitas vezes e a cerâmica que se faz desta maneira é cada vez melhor. As experiências e pensamentos vindos do coração de D’us servem na construção da nossa vida ;
  • No torno do oleiro, suas mãos modelam o vaso por dentro e por fora ao mesmo tempo;
  • A vida é uma grande sucata: a vida desfaz-nos, no entanto, o amor de D’us nos forja, assim as sucatas transformam-se em aço refinado, com uma grande capacidade de resistência;
  • O próprio vaso de Yeshua foi destinado a ser partido por nós. O oleiro vê através do vaso e depende da atitude do nosso coração a espécie de tesouro que D’us nos pode confiar;

CONCLUSÃO

Lembre-se caro leitor. O livre arbítrio é tão somente a sua opção de escolher onde irá passar a sua eternidade. O livre arbítrio, jamais foi a opção de fazer o que bem se entende, até porque, tudo o que o homem planta, ele certamente irá colher. Isto é um fato que não temos como alterar ou impedir ao nosso bel prazer. O que fazemos aqui, nos irá definir na eternidade com D’us ou sem Ele. Somos todos, inescusáveis diante de Adonai e não poderemos alegar desconhecimento. O “desconhecimento” oriundo da falta de informação, quer por ato de negligencia, quer por recusa em ver e ouvir verdadeiramente como as coisas são [e não como queríamos que fossem], não nos isenta. Muito ao contrário, pode ser fator de condenação para a eternidade.

Via de regra, a “religião”, por si só, não tem o poder de salvar. No entanto, pode nos condenar. O “politicamente correto” tem levado muitos a perderem-se ao longo da jornada e, como se pode observar , não é e jamais será uma jornada fácil ou indolor, livres de contratempos e aborrecimentos. Cabe a nós a escolha de seguir adiante ou desistir no caminho; seja qual for a escolha que façamos, saibam que haverá consequências para o bem ou para o mal. Devemos aprender a enxergar além do que a nossa vista alcança mas, isto tem um preço.  Você está realmente disposto a pagar o preço da sua escolha? Escolha com sabedoria. Disto depende a tua eternidade.

IMAGEM 20 – YESHUA E O CONVITE A SERVÍ-LO

 

Autor: Antônio Carlos Calçada

Islã, a verdade por trás do véu

Há quem diga e acredita piamente que o islamismo é uma “religião pacífica” e que não fará mal algum nas cidades e nações instaladas. O próprio islamismo e governos disseminam essa mentira enquanto a religião ou ESTADO ISLÂMICO (país dentro de uma nação estabelecida) angariam adeptos sem transtornos. Objetivos: extermínio das religiões judaicas-cristãs e qualquer tipo de crença na qual consideram como profanos ou infiéis e para alcançar esse objetivo irão ingressar na política e demais setores de administração pública, tornando assim em uma teocracia predatória. [1]


JUSTIFICATIVAS PARA A BARBÁRIE

Imagem 1

Há 78 anos o mundo se calava ante a ameaça nazista de Hitler, em nome do “politicamente correto”, exatamente como ocorre agora, ignorando deliberadamente a ameaça islâmica, a história se repete e a maioria dos países está disponibilizando a vida de seus cidadãos para a morte deliberada, negligenciando a questão islâmica dentro de suas próprias fronteiras. A imprensa não tem a coragem de divulgar. O mundo já deveria saber que o que começa com Yisra’el não termina com ele. O holocausto é seu exemplo mais terrível. Na política, os extermínios de massas populacionais ocorrem indiscriminadamente, seja pela fome, sistema de saúde, guerra civil, guerrilhas, impunidade de criminosos de colarinho branco e criminosos criados pelo sistema econômico. Há os poderes que controlam as economias mundiais, como exemplo, as ditaduras na América Latina [2], além dos demais blocos continentais e seus senhores controladores.

Dúvida: Por qual motivo muitos países árabes não aceitaram os seus irmãos “refugiados” dentro de suas fronteiras?

Alguns vídeos esclarecedores quanto a verdade islâmica:

Vídeo 1 :  A verdade por traz da emigração em massa vinda do Oriente Médio

Muitos serão mortos por sua própria inércia, por não buscarem a verdade e o conhecimento pleno dos fatos, preferindo o “politicamente correto” transmitido pela voz das mídias de comunicação, não sabendo como pressionar os seus respectivos governos a não permitirem que o domínio islâmico seja implantado em suas fronteiras. O risco existe e ainda poderá ter tempo para deter o avanço e o domínio islâmico, porém, se fecharem os olhos e não agirem poderá ser tarde... mortes, atentados, explosões, atropelamentos em série. Uma vez no poder político, o islamismo implantará a Lei da Sharia, suprimindo a liberdade ainda existente.

Estude de forma objetiva e sucinta o islamismo em seu contexto histórico e político.

Vídeo 2 : Breve história do Islamismo – Brigitte Gabriel

Domínio e expansão do islamismo através dos séculos.

Vídeo 3 : A história não contada do islamismo em números

A estratégia islâmica de dominação mundial possui o aval dos “senhores do mundo” para controle do crescimento da religião judaico-cristã e também como forma de dominação social e redução desta população. Pergunta inquietante:

1º Por que não colocam um freio no crescimento e expansão do islamismo?  Domesticação social pela força bruta.

Com o islamismo estabelecido dentro de uma nação e com os seus alicerces baseados na conversão dos infiéis ou a morte deles, significa que o governo é conivente com os assassinatos, comprando a mídia e vendendo tais tragédias como alucinações ou casos atípicos. Dificilmente permitirão citar que o sofrimento alheio foi cometido por um fiel e seguidor islâmico. Desta forma, estar preparado para o confronto é o dever dos cidadãos.  Mudar este cenário apenas com revolução social, paralizações ou mecanismo de inteligência confrontadores desta permissão de conviver com inimigos mortais declarados. Apenas uma revolução social será o freio e a expulsão desta religião e de seus adeptos. Com governos e mídias debaixo da maçonaria, illuminatis e qualquer variação ou departamento dentro da maçonaria, não haverá boa vontade governamental para parar o islamismo e as atrocidades contidas no pacote. Se não perceberam, a democracia para ser justa precisa de pessoas conscientes e que lutem por suas liberdades, do contrário, a democracia tem por trás de sua máscara a face literal da ditadura. Vejam a Força Nacional e outras polícias criadas em alguns países no mundo que cumprem e cumprirão o mesmo papel da Gestapo de Hitler. Para as demais democracias, há o conceito posto em prática do Crescimento Zero e microeconomias. 


A DOMINAÇÃO ISLÂMICA NO BRASIL

A dominação islâmica do país já se inicia pela Lei de Imigração, recém aprovada e já em vigor:

Imagem 2 [3]

Vemos apenas o começo da agonia ao qual seremos submetidos, com a conivência DELIBERADA do governo brasileiro, maçons e adeptos das religiões enraizadas no Egito e Babilônia.

O que é Xaria, conhecida como Sharia,  e como ela nos afetará em um futuro próximo?    

 Texto abaixo foi reproduzido na íntegra de Jornal GGN
Fonte: Jornal GGN – As leis da Sharia e o Irã, publicado em 12/02/2011 – disponível em https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/as-leis-de-sharia-e-o-ira

 As Leis de Sharia e o Irã
12/02/2011 às 19:42
Atualizado em 16/03/2012 às 12:03
Por Dida
Diga-se se o que vai abaixo é invenção ocidental, visando deturpar o islã:
Leis da Sharia:
  1. jihad*, definida como "guerrear contra não-muçulmanos para estabelecer a religião," é dever de todo muçulmano e chefe muçulmano de Estado (califa). Califas muçulmanos que recusem a jihad violam a Sharia e não estão capacitados a governar.
  2. Um califa pode assumir o cargo a partir da tomada do poder, ou seja, através da força.
  3. Um califa é imune a acusações de crimes graves, como assassinato, adultério, roubo, furto, embriaguês e, em alguns casos, estupro.
  4. Uma porcentagem da Zakat (dinheiro de caridade) deve ir para a jihad.
  5. A obediência às ordens do califa é obrigatória, mesmo se ele for injusto.
  6. Um califa deve ser muçulmano, não-escravo e do sexo masculino.
  7. O público muçulmano deve depor o califa se ele rejeitar o Islã.
  8. Um muçulmano que abandone o Islã* deve ser imediatamente morto.
  9. Um muçulmano será perdoado pelo assassinato de: 1) um apóstata, 2) um adúltero, e 3) um salteador de estradas - o que torna linchamentos e assassinatos por honra aceitáveis.
  10. Um muçulmano não receberá a pena de morte se matar um um não-muçulmano, mas a receberá pelo assassinato de um muçulmano.
  11. A Sharia nunca aboliu a escravidão* nem a escravidão sexual e a regulamenta de forma estrita. Um mestre não será punido por matar seu escravo.
  12. A Sharia prescreve a morte por apedrejamento*, decapitação, amputação de membros, açoitamento - mesmo para crimes de pecado como adultério.
  13. Não-Muçulmanos* não são iguais a muçulmanos sob a lei. Eles devem obedecer à lei islâmica se quiserem permanecer em segurança. Eles são proibidos de se casarem com mulheres muçulmanas, exibir vinho ou carne de porco em público, recitar suas escrituras ou celebrar abertamente suas festividades ou funerais. Eles são proibidos de construir novas igrejas ou construí-las mais altas que as mesquitas. Não podem entrar em uma mesquita sem permissão. Um não-muçulmano não está mais sob proteção se ele desencaminha um muçulmano do Islã.
  14. É crime um não-muçulmano vender armas para alguém que vai usá-las contra os muçulmanos. Não-muçulmanos não podem amaldiçoar um muçulmano, nem dizer nada de pejorativo sobre Alá, o Profeta ou o Islã, nem expor os pontos fracos dos muçulmanos. Mas o mesmo não se aplica aos muçulmanos.
  15. Os bancos* devem ser concordes com a Sharia e os juros não são permitidos.
  16. Um não-muçulmano não pode herdar de um muçulmano.
  17. Nenhum testemunho em corte da parte de pessoas de empregos de baixo nível, como varredores de rua ou limpadores de banheiros, pode ser aceitos. As mulheres em empregos de baixo nível, como carpideiras profissionais de funerais, não podem ter a guarda dos filhos, em caso de divórcio.
  18. Um não-muçulmano não pode governar nem mesmo sobre uma minoria de não-muçulmanos.
  19. homossexualidade* é punida com a morte.
  20. Não há limite de idade para o casamento das meninas. O contrato de casamento pode ocorrer após o nascimento e consumado na idade de 8 ou nove anos*.
  21. A rebeldia por parte da esposa anula a obrigação do marido em lhe sustentar e dá a ele a permissão de lhe bater e impedir de sair de casa.
  22. O divórico está só nas mãos do marido e consiste apenas em dizer "Eu me divorcio de ti" e se efetiva mesmo se o marido não tivesse esta intenção.
  23. Não há propriedade comum entre marido e mulher e a propriedade do marido não vai automaticamente para a mulher depois de sua morte.
  24. Uma mulher* herda metade do que um homem herda.
  25. Um homem tem o direito de ter até quatro esposas e ela não tem o direito de se divorciar dele, mesmo se ele for polígamo.
  26. O dote é dado em troca dos orgãos sexuais da mulher.
  27. Um homem tem a permissão de fazer sexo com as escravas e as mulheres capturadas na guerra, e se a mulher escravizada for casada, o casamento fica anulado.
  28. O testemunho de uma mulher vale metade do de um homem num tribunal.
  29. Uma mulher perde a custódia dos filhos se se casa de novo.
  30. Para provar um estupro, uma mulher precisa ter quatro testemunhas masculinas.
    1. Um estuprador pode ser solicitado a apenas pagar o dinheiro da noiva (dote), sem se casar com a vítima do estupro.
    2. Uma muçulmana deve cobrir* cada centímetro de seu corpo, que é considerado "Awrah," um órgão sexual. Nem todas as escolas da Sharia permitem que o rosto de uma mulher seja exposto.
    3. Um muçulmano fica perdoado se mata a mulher no momento em que a apanhou em flagrante de adultério. Entretanto, o contrário não vale, já que ele "poderia estar casado com a mulher com que ele foi apanhado."
    4. É obrigação de um muçulmano mentir se o objetivo for uma obrigação. Isto quer dizer quer dizer que, afim de cumprir os mandamentos do Islã, tais como a jihad, um muçulmano é obrigado a mentir e não deve ter nenhum sentimento de remorso ou vergonha associado a este tipo de mentira

A SHARIA NA PRÁTICA

Imagem 3

Imagem 4 - As imagens falam por si e para muitas nações e para o Brasil é o que ocorrerá.

A única maneira possível de sobreviver é nos prepararmos para resistir por conta própria, não teremos apoio de ninguém. Não deixe o tempo passar para certificar se os fatos são reais para posteriormente se preparar. O perigo é eminente e sem preparo pode ser tarde demais.

Leitura complementar: Sharia, a verdade sobre a Lei Islâmica.

Imagem 5

Muitos consideram este tema e outros como teoria da conspiração ou artigo para chamar a atenção, audiência. Dica: adote um islâmico fiel e dedicado e verão o que irá acontecer em breve com as suas próprias cabeças. O “politicamente correto” irá custar muito caro.

De um lado, crianças sendo recrutadas para o Jihad islâmico e, de outro lado, crianças sendo sumariamente executadas com requintes de crueldade de mentes insanas, de maneira absurda e atroz, quer por serem consideradas “apóstatas da fé islâmica” ou qualquer outro argumento que se queira dar, portanto, crianças, mulheres e idosos sofrerão atrocidades justificadas por Alá e os escritos do Alcorão, infiéis segundo seus ensinos.

As sociedades estão cegas e incrédulas a toda esta barbárie insana que, além de convivente e cúmplice (apatia e narcisismo), nos quer submissos à mesma insanidade pela falta de atitude contra o islã.  A Europa e Estados Unidos são exemplos de nações que ainda não acordaram para a realidade islâmica e sofrem com os atentados noticiados, fora os que são proibidos de irem a público, manchetes.

Imagem 6 - insanidade islâmica contra crianças indefesas

Há uma questão para a problemática Islâmica: Onde o Islamismo se encaixa no contexto das Escrituras Sagradas e qual é o seu papel?

Para responder a estas perguntas, precisamos entender como se aborda as Escrituras Sagradas no seu contexto judaico, nos quatro níveis de interpretação.

  • Peshat – Significado literal e pleno de um texto.
  • Remetz – Pista para apreciar um significado mais profundo.
  • Drash ou Midrash – Analogia , tipologia.
  • Sod – Revelação ou segredo Rhema em cada palavra.

Nota: Remetz, drash e sod obviamente expressam a onipotência de D’us. Também expressam seu amor pela humanidade no sentido de que Ele escolhe, a partir do Seu amor, usar meios extraordinários para alcançar o coração e a mente das pessoas.

O artigo “Final dos tempos chegou” introduz o tema sobre o Islamismo e este (Islã, a verdade por trás do véu) focamos em fatos. O Islamismo é um dos instrumentos da ira e do juízo de D’us para as nações e o real papel desta religião militar.

Imagem 7

Nosso posicionamento perante a realidade dos acontecimentos no mundo e os impactos na sociedade, familiar e pessoal certamente nos definirão na eternidade. Somos todos, sem exceção, inescusáveis diante do Eterno D’us e independentemente do que tenhamos conhecimento, não poderemos alegar ignorância diante D’Ele. A ignorância é um instrumento das trevas e a má administração do tempo para a busca do conhecimento e da verdade será exposta no juízo de D’us. O cerne da questão é: 

Quem tem ouvidos, ouça o que a Ruakh diz ....

Imagem 8

Lembrem-se de que a Sharia institucionalizada pelo Estado brasileiro irá, sobretudo, por um fim em nosso modo de vida ocidental, ainda livre para se expor (ideias ou pensamentos, críticas, manifestações para garantias de direitos) e ter liberdades garantidas que podem ser usufruídas democraticamente. Este é um dos planos  que o islamismo implanta, porém no início, se apresentam às nações como cordeiros quando na verdade são lobos devoradores que não irão poupar a quem quer que seja, salvo se convertidos ao islamismo, cumprindo a risca todas as suas leis e ritos sendo até mesmo estes recém-convertidos não isentos da mesma pena estabelecida aos infiéis. Serão usados como fantoches e depois descartados, engravidando as suas mulheres para se perpetuarem aonde quer que se instalem.

O islamismo não conhece compaixão, mata pelo prazer de matar todo aquele que for “infiel”. 

Imagem 9

A pergunta é simples caro leitor! O que efetivamente você irá fazer e como irá se posicionar?

Prepare-se para combater por seus familiares e amigos, por seus irmãos de fé e por sua vida!

ou

Acovarde–se e prepare-se para morrer!

A escolha é somente sua.

Materiais complementares

Documentário: Israel, o Islã e o Armagedom - Dave Hunt
Documentário: A igreja católica controla o Islamismo
Documentário: Toda a Verdade sobre a Farsa do Estado Islâmico (ISIS)


[1] Fonte: Youtube – Igreja católica controla o islamismo, publicado em 11 de novembro de 2013, acessado dia 03 de outubro de 2017. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=5pWA8d2oWzY

[2] Referências: Historial de la relaciones de las Dictaduras de Latinoamerica con Estados Unidos CIA, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=WVXO6BloFIU. Acesso dia 04 de outubro de 2017

[3] Fonte: Crítica nacional, publicado em 23/04/2017 – disponível em  https://www.criticanacional.com.br/2017/04/23/senado-aprova-lei-de-migracao-que-rebaixa-cidadania-e-soberania-brasileiras/

Autor: Antonio Carlos Calçada
Revisão: Flávio Sodré

Sharia, a verdade sobre a Lei Islâmica

A Sharia é a Lei Islâmica. É o sistema jurídico religioso que rege os deveres políticos, sociais e morais dos muçulmanos fiéis. É o que se entende por “Lei de Alá”.
A Sharia foi derivada da Sunnah – o modo de vida de Muhammad como registrado no Hadith (tradições). Ele puxa vários versos do Alcorão e narrações históricas em um corpo organizado de regras.
Sharia não é opcional; é prescrito para os crentes (5:48). Embora os muçulmanos, como indivíduos, muitas vezes decidam quais partes devem seguir ou ignorar, o Alcorão (33:21) diz que não é apropriado que um crente escolha por si mesmos (isto é, ignore) qualquer assunto já decidido por Alá.
Do mesmo modo, um governo que limita a Lei de Alá de qualquer maneira é um inimigo de Alá e deve ser combatido. O estabelecimento da Sharia é o objetivo fundamental de todo grupo terrorista islâmico. Uma vez que um estado islâmico está em vigor, o Alcorão (9:29) e a Sharia (o9.8) tornam obrigatório que os muçulmanos combatam aqueles judeus e cristãos que não se converteram ou aceitarão estatus inferior.
Esta realidade é deixada de fora pelos defensores da Sharia no Ocidente, que se escondem atrás do manto da religião e expõem apenas as regras pessoais mais benignas (como as que lidam com a oração e a higiene). Isto é para fazer parecer que os detratores são fanáticos religiosos cujo problema real é a intolerância para um conjunto diferente de crenças sobre Alá e adoração.
Na verdade, a Sharia se opõe explicitamente à liberdade religiosa, à liberdade de consciência e à livre troca de ideias. É violento, abertamente intolerante para os não muçulmanos, discriminatório e inflexivelmente sexista. As grandes seções lidam com a prática da escravidão. Nada disso muda, afixando um rótulo de “fobia” ou detentores de outros insultos.
As seções a seguir destacam o que a Sharia realmente diz sobre questões importantes. As referências são ao manual clássico, Reliance of the Traveler, considerado uma das mais sólidas traduções da lei islâmica. (Link para Reliance of the Traveler)


Liberdade de consciência e troca de idéias gratuitas

(o8.1) – Quando uma pessoa que atingiu a puberdade e é sã voluntariamente apostata do Islã, ele merece ser morto.
(o8.4) – Não há indenização por matar um apóstata (já que está matando alguém que merece morrer).

Os atos que definem “deixar o Islã” e estarem sujeitos à execução estão listados no o8.7. Eles incluem:

2- pretender cometer descrença, mesmo que no futuro
3- negar a existência de Alá … ou qualquer um de seus atributos.
6- ser sarcástico sobre o nome de Alá, seu comando, sua interdição … ou sua ameaça.
7- negar qualquer verso do Alcorão.
8- para zombar dizer: “Não sei o que é a fé”.
17- acreditar que as coisas em si mesmas ou por sua própria natureza têm qualquer influência causal independente da vontade de Alá


Guerra Santa (Jihad)

(O9.0) – Jihad significa guerra contra não-muçulmanos, e é derivado etimologicamente da palavra mujahada significando guerra para estabelecer a religião…

A base para a jihad … são versos corânicos como:

-1- “A luta é prescrita para você” (Corão 2: 216);
-2- “Mate-os onde quer que os encontre” (Corão 4: 89);
-3- “Lute contra os idólatras completamente” (Corão 9: 36);

e tais hadiths como o relatado por Bukhari e Muslim que o Profeta (Alá o abençoe e lhe dê paz) disse:

“Foi-me comandado a lutar contra as pessoas até que eles testemunhem que não há Alá além de Alá e que Muhammad é o Mensageiro de Alá, e que execute a oração e pague o zakat. Se disserem isso, eles salvaram seu sangue e pertences de mim, com exceção dos direitos do islamismo sobre eles. E o seu julgamento final é com Allah ”;
(O9.1) – A Jihad [contra os não-muçulmanos em seus próprios países] é uma obrigação comunal … “Aquele que fornece o equipamento para um soldado na Jihad já realizou a Jihad”
(O9.7) – O califa faz guerra contra judeus, cristãos e zoroastrianos até se tornarem muçulmanos ou pagar o imposto de votação não-muçulmana de acordo com a palavra de Allah descrita:

“Lute contra aqueles que não acreditam em Alá e no último dia e que não proíbem o que Alá e Seu mensageiro proibiram – que não praticam a religião da verdade, sendo daqueles que receberam o Livro – até pagar o imposto de votação fora de controle e humilde “(Quran 9.29))

(9) – O califa luta contra todas as outras pessoas até se tornar muçulmano.


Homossexualidade

(P17.3) – O Profeta (Alá abençoe-o e lhe dê paz) disse: “Mate o que sodomiza e aquele que o faz ser feito”.


Mulheres

m3.4 – 3.7 dizem que uma mulher não pode “conduzir seu próprio casamento”, o que significa que ela não é livre para casar por escolha. Um tutor masculino é obrigado a validar o acordo de casamento.
m3.8 diz que uma mulher não é livre para escolher seu guardião. É atribuído por relação familiar. Uma vez que ela é casada, ela se torna a acusação da tutela do marido.

Uma mulher muçulmana pode não se casar com um homem não muçulmano (Alcorão 2: 221). Uma porção não traduzida da Sharia ainda proíbe uma mulher árabe de se casar com um homem não-árabe (fonte).

(m13.4) – Uma mulher não tem direito à custódia de seus filhos de um casamento anterior quando ela se casou novamente.
(m5.1) – É obrigatório para uma mulher deixar seu marido ter sexo com ela imediatamente quando ele pergunta a ela … e ela pode suportar fisicamente.
(m10.11-2) – Não é lícito que uma esposa saia da casa exceto com a permissão de seu marido.
(m10.11) – Quando um marido percebe sinais de rebeldia em sua esposa, ele a avisa com palavras. Se ela comete rebeldia, ele não consegue dormir com ela sem palavras, e pode bater nela, mas não de uma forma que a machuca, o que significa que ele não pode quebrar os ossos, feri-la ou fazer com que o sangue flua.
(o4.9) – A indenização por morte ou lesão de uma mulher é metade da indenização paga por um homem.
(L10.3) – Divida a parcela universal para que o homem receba a porção de duas fêmeas (Regra de herança baseada no Alcorão 4:11)
(m2.3) – É ilegal que as mulheres saem da casa com os rostos revelados


Não muçulmanos

 (Bigotry para aqueles que estão fora da fé islâmica)

(o4.9) – A indenização paga por um judeu ou cristão é um terço da indenização paga por um muçulmano. A indenização paga de um zoroastriano é um décimo quinto daquele muçulmano.
(h8.24) – Não é permitido dar zakat a um não muçulmano.
(e2.3) – É ofensivo usar os vasos de pratos de não-muçulmanos ou usar suas roupas.
e8.3 diz que um não-muçulmano não pode tocar o Alcorão.
f21.2 diz que os não-muçulmanos não podem “misturar” com os muçulmanos em determinados eventos.
g1.2 diz que é permitido que um muçulmano visite um não-muçulmano que está doente, mas não recomendado. (Mesmo com a visita ao túmulo de um parente não muçulmano – g5.8)
(L5.2) – um não-muçulmano não pode herdar de um muçulmano . (ou vice-versa)
o1.2 afirma que não há penalidade para um muçulmano que mata um não muçulmano
o11.0-11 diz que os assuntos não-muçulmanos de um estado islâmico podem viver livres de danos se eles.
– pagar um imposto especial de “pesquisa” (o jizya)
– cumprir determinadas regras islâmicas, especificamente a penalidade por adultério (lapidação) e roubo (amputação).
– distinguir-se dos muçulmanos por se vestir de forma diferente
– fique do lado do lado da rua quando os muçulmanos passam
– aceite uma forma menor de saudação
– concordar em não construir novas igrejas ou construir casas mais altas do que as dos muçulmanos

O acordo está quebrado (o que significa que os não-muçulmanos podem ser linchados) se ele rompe as regras, não paga o imposto de votação, ” leva um muçulmano longe do Islã “, ” menciona algo inadmissível ” sobre o Islã, ou faz sexo com um mulher não-muçulmana.

(O22.13) – O juiz trata dois litigantes de forma imparcial, sentando-se em lugares de igual honra, atendendo a cada um, e assim por diante, a menos que um não seja muçulmano, caso em que ele dá aos muçulmanos um assento melhor

Veja também os Direitos dos Não-Muçulmanos em um Estado Islâmico


Matança de Sexo e Honra

(o1.2) – Os seguintes não estão sujeitos a retaliação: … -4- um pai ou mãe (ou seus pais ou mães) por matar sua prole ou prole da prole
O12.2 – A penalidade por adultério é apedrejamento. A penalidade por sexo não casado (fornicação) é de 100 cílios.


Escravidão

Uma grande seção da Sharia é dedicada à codificação da prática da escravidão (k32.0). A Confiança do Viajante omite essas regras da tradução da língua inglesa, talvez para obscurecer a confortável relação entre o Islã e a escravidão. No entanto, partes de outras seções abordam tanto a captura de escravos como a sanção de conversão forçada sob coesão óbvia.

(13-13) – Quando uma criança ou uma mulher é tomada em cativeiro, eles se tornam escravos pelo fato da captura, e o casamento anterior da mulher é imediatamente anulado.
(o.14) – Quando um homem adulta é levado em cativeiro, o califa considera os interesses (O: do Islã e os Muçulmanos) e decide entre a morte do preso, a escravidão, a libertação sem pagar nada, ou se resgata em troca de dinheiro ou para um cativeiro muçulmano detido pelo inimigo. Se o prisioneiro se tornar um muçulmano (O: antes que o califa escolha), ele não pode ser morto, e uma das outras três alternativas é escolhida.
(o.12.12) Quem entra no Islã antes de ser capturado não pode ser morto ou sua propriedade confiscada, ou seus filhos pequenos são capturados.
O4.9 é uma das várias regras que estabelecem escravos como propriedade, para serem negociados como uma forma de restituição.
o20.2 deixa claro que um escravo libertado como método de expiação deve ser um “muçulmano sã”.


Roubo

(o14.1) – A mão direita de uma pessoa é amputada, seja ele um sujeito muçulmano e não muçulmano do estado islâmico


Mentira Permitida (Taqiyya)

(r8.2) – O Profeta disse: “Aquele que resolve desacordos entre as pessoas para provocar o bem ou diz algo louvável não é um mentiroso”.

Kulthum acrescentou: “Eu não o ouvi permitir a falsidade em qualquer coisa que as pessoas dizem, exceto por três coisas: a guerra, a resolução de desentendimentos e um homem conversando com sua esposa ou ela com ele (ao suavizar as diferenças)”

Esta é uma afirmação explícita de que mentir às vezes é admissível para um determinado interesse… Falar é um meio para atingir os objetivos. Se um objetivo louvável é alcançável através de dizer a verdade e mentir, é ilegal realizar através da mentira, porque não há necessidade de isso. Quando é possível atingir esse objetivo ao mentir, mas não ao dizer a verdade, é permitido mentir se atingir o objetivo é permitido e obrigatório para mentir se o objetivo for obrigatório…

Se o propósito é a guerra, resolver um desacordo ou ganhar a simpatia de uma vítima legalmente legitimada para retaliar contra um, de modo que ele se abstenha em fazê-lo; não é ilegal; mentira quando qualquer um desses objetivos só pode ser alcançado através da mentira. Mas é religiosamente mais cauteloso em todos esses casos empregar palavras que dão uma impressão falsa, ou seja, pretender por suas palavras algo literalmente verdadeiro, em relação ao qual não está mentindo, enquanto a expressão externa engana o ouvinte …

Deve comparar as más consequências decorrentes da mentira para aqueles envolvidos dizendo a verdade, e se as consequências de dizer a verdade são mais prejudiciais, o direito de mentir …


Arte e Música

r40.1 diz que os instrumentos musicais são condenados.
(r40.3) – É preciso saber que cantar ou ouvir cantar é ofensivo (com exceção das canções que encorajam a piedade).
(p44.1) – Todo fabricante de imagens irá ao fogo, onde um ser será colocado sobre ele para cada imagem que ele fez, para atormentá-lo no inferno
(w50.2) – Imagens imitam o ato criativo de Alá (quando são de seres animados).
(o17.9) – É ilegal decorar paredes com imagens (geralmente interpretadas como imagens de seres animados).


Notas Adicionais

A Sharia é extremamente específica em alguns lugares (como instruções sobre a lavagem do ânus). No entanto, muitas vezes não aborda as muitas rotinas e nuances da vida moderna. Corpos de estudiosos islâmicos ( fiqh ) estendem assim a lei através de fatwas , em que a permissibilidade de uma questão é formalmente determinada pela aplicação do espírito da lei existente.

Leitura adicional

Lei da Sharia para os Não-Muçulmanos (CSPI)
Mapeando a Sharia: violência sancionada (além da confiança )
Jihad na Lei Islâmica (Uma tese aprofundada do Centro de Política de Segurança)
5 coisas verdadeiras sobre Sharia
Sharia EUA: De um Sobrevivente
Mapeando a Sharia
Sharia vs. Constituição dos EUA


Texto reproduzido na íntegra.
Tradução: Google tradutor. Link
Fonte: The Religion of Peace, The truth about Islamic law, publicado em 25 de abril de 2016 e acessado em 05 de outubro de 2017; disponível através deste link.