Islã, a verdade por trás do véu

Há quem diga e acredita piamente que o islamismo é uma “religião pacífica” e que não fará mal algum nas cidades e nações instaladas. O próprio islamismo e governos disseminam essa mentira enquanto a religião ou ESTADO ISLÂMICO (país dentro de uma nação estabelecida) angariam adeptos sem transtornos. Objetivos: extermínio das religiões judaicas-cristãs e qualquer tipo de crença na qual consideram como profanos ou infiéis e para alcançar esse objetivo irão ingressar na política e demais setores de administração pública, tornando assim em uma teocracia predatória. [1]


JUSTIFICATIVAS PARA A BARBÁRIE

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Há 78 anos o mundo se calava ante a ameaça nazista de Hitler, em nome do “politicamente correto”, exatamente como ocorre agora, ignorando deliberadamente a ameaça islâmica, a história se repete e a maioria dos países está disponibilizando a vida de seus cidadãos para a morte deliberada, negligenciando a questão islâmica dentro de suas próprias fronteiras. A imprensa não tem a coragem de divulgar. O mundo já deveria saber que o que começa com Yisra’el não termina com ele. O holocausto é seu exemplo mais terrível. Na política, os extermínios de massas populacionais ocorrem indiscriminadamente, seja pela fome, sistema de saúde, guerra civil, guerrilhas, impunidade de criminosos de colarinho branco e criminosos criados pelo sistema econômico. Há os poderes que controlam as economias mundiais, como exemplo, as ditaduras na América Latina [2], além dos demais blocos continentais e seus senhores controladores.

Dúvida: Por qual motivo muitos países árabes não aceitaram os seus irmãos “refugiados” dentro de suas fronteiras?

Alguns vídeos esclarecedores quanto a verdade islâmica:

Vídeo 1 :  A verdade por traz da emigração em massa vinda do Oriente Médio

Muitos serão mortos por sua própria inércia, por não buscarem a verdade e o conhecimento pleno dos fatos, preferindo o “politicamente correto” transmitido pela voz das mídias de comunicação, não sabendo como pressionar os seus respectivos governos a não permitirem que o domínio islâmico seja implantado em suas fronteiras. O risco existe e ainda poderá ter tempo para deter o avanço e o domínio islâmico, porém, se fecharem os olhos e não agirem poderá ser tarde... mortes, atentados, explosões, atropelamentos em série. Uma vez no poder político, o islamismo implantará a Lei da Sharia, suprimindo a liberdade ainda existente.

Estude de forma objetiva e sucinta o islamismo em seu contexto histórico e político.

Vídeo 2 : Breve história do Islamismo – Brigitte Gabriel

Domínio e expansão do islamismo através dos séculos.

Vídeo 3 : A história não contada do islamismo em números

A estratégia islâmica de dominação mundial possui o aval dos “senhores do mundo” para controle do crescimento da religião judaico-cristã e também como forma de dominação social e redução desta população. Pergunta inquietante:

1º Por que não colocam um freio no crescimento e expansão do islamismo?  Domesticação social pela força bruta.

Com o islamismo estabelecido dentro de uma nação e com os seus alicerces baseados na conversão dos infiéis ou a morte deles, significa que o governo é conivente com os assassinatos, comprando a mídia e vendendo tais tragédias como alucinações ou casos atípicos. Dificilmente permitirão citar que o sofrimento alheio foi cometido por um fiel e seguidor islâmico. Desta forma, estar preparado para o confronto é o dever dos cidadãos.  Mudar este cenário apenas com revolução social, paralizações ou mecanismo de inteligência confrontadores desta permissão de conviver com inimigos mortais declarados. Apenas uma revolução social será o freio e a expulsão desta religião e de seus adeptos. Com governos e mídias debaixo da maçonaria, illuminatis e qualquer variação ou departamento dentro da maçonaria, não haverá boa vontade governamental para parar o islamismo e as atrocidades contidas no pacote. Se não perceberam, a democracia para ser justa precisa de pessoas conscientes e que lutem por suas liberdades, do contrário, a democracia tem por trás de sua máscara a face literal da ditadura. Vejam a Força Nacional e outras polícias criadas em alguns países no mundo que cumprem e cumprirão o mesmo papel da Gestapo de Hitler. Para as demais democracias, há o conceito posto em prática do Crescimento Zero e microeconomias. 


A DOMINAÇÃO ISLÂMICA NO BRASIL

A dominação islâmica do país já se inicia pela Lei de Imigração, recém aprovada e já em vigor:

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Vemos apenas o começo da agonia ao qual seremos submetidos, com a conivência DELIBERADA do governo brasileiro, maçons e adeptos das religiões enraizadas no Egito e Babilônia.

O que é Xaria, conhecida como Sharia,  e como ela nos afetará em um futuro próximo?    

 Texto abaixo foi reproduzido na íntegra de Jornal GGN
Fonte: Jornal GGN – As leis da Sharia e o Irã, publicado em 12/02/2011 – disponível em https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/as-leis-de-sharia-e-o-ira

 As Leis de Sharia e o Irã
12/02/2011 às 19:42
Atualizado em 16/03/2012 às 12:03
Por Dida
Diga-se se o que vai abaixo é invenção ocidental, visando deturpar o islã:
Leis da Sharia:
  1. jihad*, definida como "guerrear contra não-muçulmanos para estabelecer a religião," é dever de todo muçulmano e chefe muçulmano de Estado (califa). Califas muçulmanos que recusem a jihad violam a Sharia e não estão capacitados a governar.
  2. Um califa pode assumir o cargo a partir da tomada do poder, ou seja, através da força.
  3. Um califa é imune a acusações de crimes graves, como assassinato, adultério, roubo, furto, embriaguês e, em alguns casos, estupro.
  4. Uma porcentagem da Zakat (dinheiro de caridade) deve ir para a jihad.
  5. A obediência às ordens do califa é obrigatória, mesmo se ele for injusto.
  6. Um califa deve ser muçulmano, não-escravo e do sexo masculino.
  7. O público muçulmano deve depor o califa se ele rejeitar o Islã.
  8. Um muçulmano que abandone o Islã* deve ser imediatamente morto.
  9. Um muçulmano será perdoado pelo assassinato de: 1) um apóstata, 2) um adúltero, e 3) um salteador de estradas - o que torna linchamentos e assassinatos por honra aceitáveis.
  10. Um muçulmano não receberá a pena de morte se matar um um não-muçulmano, mas a receberá pelo assassinato de um muçulmano.
  11. A Sharia nunca aboliu a escravidão* nem a escravidão sexual e a regulamenta de forma estrita. Um mestre não será punido por matar seu escravo.
  12. A Sharia prescreve a morte por apedrejamento*, decapitação, amputação de membros, açoitamento - mesmo para crimes de pecado como adultério.
  13. Não-Muçulmanos* não são iguais a muçulmanos sob a lei. Eles devem obedecer à lei islâmica se quiserem permanecer em segurança. Eles são proibidos de se casarem com mulheres muçulmanas, exibir vinho ou carne de porco em público, recitar suas escrituras ou celebrar abertamente suas festividades ou funerais. Eles são proibidos de construir novas igrejas ou construí-las mais altas que as mesquitas. Não podem entrar em uma mesquita sem permissão. Um não-muçulmano não está mais sob proteção se ele desencaminha um muçulmano do Islã.
  14. É crime um não-muçulmano vender armas para alguém que vai usá-las contra os muçulmanos. Não-muçulmanos não podem amaldiçoar um muçulmano, nem dizer nada de pejorativo sobre Alá, o Profeta ou o Islã, nem expor os pontos fracos dos muçulmanos. Mas o mesmo não se aplica aos muçulmanos.
  15. Os bancos* devem ser concordes com a Sharia e os juros não são permitidos.
  16. Um não-muçulmano não pode herdar de um muçulmano.
  17. Nenhum testemunho em corte da parte de pessoas de empregos de baixo nível, como varredores de rua ou limpadores de banheiros, pode ser aceitos. As mulheres em empregos de baixo nível, como carpideiras profissionais de funerais, não podem ter a guarda dos filhos, em caso de divórcio.
  18. Um não-muçulmano não pode governar nem mesmo sobre uma minoria de não-muçulmanos.
  19. homossexualidade* é punida com a morte.
  20. Não há limite de idade para o casamento das meninas. O contrato de casamento pode ocorrer após o nascimento e consumado na idade de 8 ou nove anos*.
  21. A rebeldia por parte da esposa anula a obrigação do marido em lhe sustentar e dá a ele a permissão de lhe bater e impedir de sair de casa.
  22. O divórico está só nas mãos do marido e consiste apenas em dizer "Eu me divorcio de ti" e se efetiva mesmo se o marido não tivesse esta intenção.
  23. Não há propriedade comum entre marido e mulher e a propriedade do marido não vai automaticamente para a mulher depois de sua morte.
  24. Uma mulher* herda metade do que um homem herda.
  25. Um homem tem o direito de ter até quatro esposas e ela não tem o direito de se divorciar dele, mesmo se ele for polígamo.
  26. O dote é dado em troca dos orgãos sexuais da mulher.
  27. Um homem tem a permissão de fazer sexo com as escravas e as mulheres capturadas na guerra, e se a mulher escravizada for casada, o casamento fica anulado.
  28. O testemunho de uma mulher vale metade do de um homem num tribunal.
  29. Uma mulher perde a custódia dos filhos se se casa de novo.
  30. Para provar um estupro, uma mulher precisa ter quatro testemunhas masculinas.
    1. Um estuprador pode ser solicitado a apenas pagar o dinheiro da noiva (dote), sem se casar com a vítima do estupro.
    2. Uma muçulmana deve cobrir* cada centímetro de seu corpo, que é considerado "Awrah," um órgão sexual. Nem todas as escolas da Sharia permitem que o rosto de uma mulher seja exposto.
    3. Um muçulmano fica perdoado se mata a mulher no momento em que a apanhou em flagrante de adultério. Entretanto, o contrário não vale, já que ele "poderia estar casado com a mulher com que ele foi apanhado."
    4. É obrigação de um muçulmano mentir se o objetivo for uma obrigação. Isto quer dizer quer dizer que, afim de cumprir os mandamentos do Islã, tais como a jihad, um muçulmano é obrigado a mentir e não deve ter nenhum sentimento de remorso ou vergonha associado a este tipo de mentira

A SHARIA NA PRÁTICA

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Imagem 4 - As imagens falam por si e para muitas nações e para o Brasil é o que ocorrerá.

A única maneira possível de sobreviver é nos prepararmos para resistir por conta própria, não teremos apoio de ninguém. Não deixe o tempo passar para certificar se os fatos são reais para posteriormente se preparar. O perigo é eminente e sem preparo pode ser tarde demais.

Leitura complementar: Sharia, a verdade sobre a Lei Islâmica.

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Muitos consideram este tema e outros como teoria da conspiração ou artigo para chamar a atenção, audiência. Dica: adote um islâmico fiel e dedicado e verão o que irá acontecer em breve com as suas próprias cabeças. O “politicamente correto” irá custar muito caro.

De um lado, crianças sendo recrutadas para o Jihad islâmico e, de outro lado, crianças sendo sumariamente executadas com requintes de crueldade de mentes insanas, de maneira absurda e atroz, quer por serem consideradas “apóstatas da fé islâmica” ou qualquer outro argumento que se queira dar, portanto, crianças, mulheres e idosos sofrerão atrocidades justificadas por Alá e os escritos do Alcorão, infiéis segundo seus ensinos.

As sociedades estão cegas e incrédulas a toda esta barbárie insana que, além de convivente e cúmplice (apatia e narcisismo), nos quer submissos à mesma insanidade pela falta de atitude contra o islã.  A Europa e Estados Unidos são exemplos de nações que ainda não acordaram para a realidade islâmica e sofrem com os atentados noticiados, fora os que são proibidos de irem a público, manchetes.

Imagem 6 - insanidade islâmica contra crianças indefesas

Há uma questão para a problemática Islâmica: Onde o Islamismo se encaixa no contexto das Escrituras Sagradas e qual é o seu papel?

Para responder a estas perguntas, precisamos entender como se aborda as Escrituras Sagradas no seu contexto judaico, nos quatro níveis de interpretação.

  • Peshat – Significado literal e pleno de um texto.
  • Remetz – Pista para apreciar um significado mais profundo.
  • Drash ou Midrash – Analogia , tipologia.
  • Sod – Revelação ou segredo Rhema em cada palavra.

Nota: Remetz, drash e sod obviamente expressam a onipotência de D’us. Também expressam seu amor pela humanidade no sentido de que Ele escolhe, a partir do Seu amor, usar meios extraordinários para alcançar o coração e a mente das pessoas.

O artigo “Final dos tempos chegou” introduz o tema sobre o Islamismo e este (Islã, a verdade por trás do véu) focamos em fatos. O Islamismo é um dos instrumentos da ira e do juízo de D’us para as nações e o real papel desta religião militar.

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Nosso posicionamento perante a realidade dos acontecimentos no mundo e os impactos na sociedade, familiar e pessoal certamente nos definirão na eternidade. Somos todos, sem exceção, inescusáveis diante do Eterno D’us e independentemente do que tenhamos conhecimento, não poderemos alegar ignorância diante D’Ele. A ignorância é um instrumento das trevas e a má administração do tempo para a busca do conhecimento e da verdade será exposta no juízo de D’us. O cerne da questão é: 

Quem tem ouvidos, ouça o que a Ruakh diz ....

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Lembrem-se de que a Sharia institucionalizada pelo Estado brasileiro irá, sobretudo, por um fim em nosso modo de vida ocidental, ainda livre para se expor (ideias ou pensamentos, críticas, manifestações para garantias de direitos) e ter liberdades garantidas que podem ser usufruídas democraticamente. Este é um dos planos  que o islamismo implanta, porém no início, se apresentam às nações como cordeiros quando na verdade são lobos devoradores que não irão poupar a quem quer que seja, salvo se convertidos ao islamismo, cumprindo a risca todas as suas leis e ritos sendo até mesmo estes recém-convertidos não isentos da mesma pena estabelecida aos infiéis. Serão usados como fantoches e depois descartados, engravidando as suas mulheres para se perpetuarem aonde quer que se instalem.

O islamismo não conhece compaixão, mata pelo prazer de matar todo aquele que for “infiel”. 

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A pergunta é simples caro leitor! O que efetivamente você irá fazer e como irá se posicionar?

Prepare-se para combater por seus familiares e amigos, por seus irmãos de fé e por sua vida!

ou

Acovarde–se e prepare-se para morrer!

A escolha é somente sua.

Materiais complementares

Documentário: Israel, o Islã e o Armagedom - Dave Hunt
Documentário: A igreja católica controla o Islamismo
Documentário: Toda a Verdade sobre a Farsa do Estado Islâmico (ISIS)


[1] Fonte: Youtube – Igreja católica controla o islamismo, publicado em 11 de novembro de 2013, acessado dia 03 de outubro de 2017. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=5pWA8d2oWzY

[2] Referências: Historial de la relaciones de las Dictaduras de Latinoamerica con Estados Unidos CIA, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=WVXO6BloFIU. Acesso dia 04 de outubro de 2017

[3] Fonte: Crítica nacional, publicado em 23/04/2017 – disponível em  https://www.criticanacional.com.br/2017/04/23/senado-aprova-lei-de-migracao-que-rebaixa-cidadania-e-soberania-brasileiras/

Autor: Antonio Carlos Calçada
Revisão: Flávio Sodré

Sharia, a verdade sobre a Lei Islâmica

A Sharia é a Lei Islâmica. É o sistema jurídico religioso que rege os deveres políticos, sociais e morais dos muçulmanos fiéis. É o que se entende por “Lei de Alá”.
A Sharia foi derivada da Sunnah – o modo de vida de Muhammad como registrado no Hadith (tradições). Ele puxa vários versos do Alcorão e narrações históricas em um corpo organizado de regras.
Sharia não é opcional; é prescrito para os crentes (5:48). Embora os muçulmanos, como indivíduos, muitas vezes decidam quais partes devem seguir ou ignorar, o Alcorão (33:21) diz que não é apropriado que um crente escolha por si mesmos (isto é, ignore) qualquer assunto já decidido por Alá.
Do mesmo modo, um governo que limita a Lei de Alá de qualquer maneira é um inimigo de Alá e deve ser combatido. O estabelecimento da Sharia é o objetivo fundamental de todo grupo terrorista islâmico. Uma vez que um estado islâmico está em vigor, o Alcorão (9:29) e a Sharia (o9.8) tornam obrigatório que os muçulmanos combatam aqueles judeus e cristãos que não se converteram ou aceitarão estatus inferior.
Esta realidade é deixada de fora pelos defensores da Sharia no Ocidente, que se escondem atrás do manto da religião e expõem apenas as regras pessoais mais benignas (como as que lidam com a oração e a higiene). Isto é para fazer parecer que os detratores são fanáticos religiosos cujo problema real é a intolerância para um conjunto diferente de crenças sobre Alá e adoração.
Na verdade, a Sharia se opõe explicitamente à liberdade religiosa, à liberdade de consciência e à livre troca de ideias. É violento, abertamente intolerante para os não muçulmanos, discriminatório e inflexivelmente sexista. As grandes seções lidam com a prática da escravidão. Nada disso muda, afixando um rótulo de “fobia” ou detentores de outros insultos.
As seções a seguir destacam o que a Sharia realmente diz sobre questões importantes. As referências são ao manual clássico, Reliance of the Traveler, considerado uma das mais sólidas traduções da lei islâmica. (Link para Reliance of the Traveler)


Liberdade de consciência e troca de idéias gratuitas

(o8.1) – Quando uma pessoa que atingiu a puberdade e é sã voluntariamente apostata do Islã, ele merece ser morto.
(o8.4) – Não há indenização por matar um apóstata (já que está matando alguém que merece morrer).

Os atos que definem “deixar o Islã” e estarem sujeitos à execução estão listados no o8.7. Eles incluem:

2- pretender cometer descrença, mesmo que no futuro
3- negar a existência de Alá … ou qualquer um de seus atributos.
6- ser sarcástico sobre o nome de Alá, seu comando, sua interdição … ou sua ameaça.
7- negar qualquer verso do Alcorão.
8- para zombar dizer: “Não sei o que é a fé”.
17- acreditar que as coisas em si mesmas ou por sua própria natureza têm qualquer influência causal independente da vontade de Alá


Guerra Santa (Jihad)

(O9.0) – Jihad significa guerra contra não-muçulmanos, e é derivado etimologicamente da palavra mujahada significando guerra para estabelecer a religião…

A base para a jihad … são versos corânicos como:

-1- “A luta é prescrita para você” (Corão 2: 216);
-2- “Mate-os onde quer que os encontre” (Corão 4: 89);
-3- “Lute contra os idólatras completamente” (Corão 9: 36);

e tais hadiths como o relatado por Bukhari e Muslim que o Profeta (Alá o abençoe e lhe dê paz) disse:

“Foi-me comandado a lutar contra as pessoas até que eles testemunhem que não há Alá além de Alá e que Muhammad é o Mensageiro de Alá, e que execute a oração e pague o zakat. Se disserem isso, eles salvaram seu sangue e pertences de mim, com exceção dos direitos do islamismo sobre eles. E o seu julgamento final é com Allah ”;
(O9.1) – A Jihad [contra os não-muçulmanos em seus próprios países] é uma obrigação comunal … “Aquele que fornece o equipamento para um soldado na Jihad já realizou a Jihad”
(O9.7) – O califa faz guerra contra judeus, cristãos e zoroastrianos até se tornarem muçulmanos ou pagar o imposto de votação não-muçulmana de acordo com a palavra de Allah descrita:

“Lute contra aqueles que não acreditam em Alá e no último dia e que não proíbem o que Alá e Seu mensageiro proibiram – que não praticam a religião da verdade, sendo daqueles que receberam o Livro – até pagar o imposto de votação fora de controle e humilde “(Quran 9.29))

(9) – O califa luta contra todas as outras pessoas até se tornar muçulmano.


Homossexualidade

(P17.3) – O Profeta (Alá abençoe-o e lhe dê paz) disse: “Mate o que sodomiza e aquele que o faz ser feito”.


Mulheres

m3.4 – 3.7 dizem que uma mulher não pode “conduzir seu próprio casamento”, o que significa que ela não é livre para casar por escolha. Um tutor masculino é obrigado a validar o acordo de casamento.
m3.8 diz que uma mulher não é livre para escolher seu guardião. É atribuído por relação familiar. Uma vez que ela é casada, ela se torna a acusação da tutela do marido.

Uma mulher muçulmana pode não se casar com um homem não muçulmano (Alcorão 2: 221). Uma porção não traduzida da Sharia ainda proíbe uma mulher árabe de se casar com um homem não-árabe (fonte).

(m13.4) – Uma mulher não tem direito à custódia de seus filhos de um casamento anterior quando ela se casou novamente.
(m5.1) – É obrigatório para uma mulher deixar seu marido ter sexo com ela imediatamente quando ele pergunta a ela … e ela pode suportar fisicamente.
(m10.11-2) – Não é lícito que uma esposa saia da casa exceto com a permissão de seu marido.
(m10.11) – Quando um marido percebe sinais de rebeldia em sua esposa, ele a avisa com palavras. Se ela comete rebeldia, ele não consegue dormir com ela sem palavras, e pode bater nela, mas não de uma forma que a machuca, o que significa que ele não pode quebrar os ossos, feri-la ou fazer com que o sangue flua.
(o4.9) – A indenização por morte ou lesão de uma mulher é metade da indenização paga por um homem.
(L10.3) – Divida a parcela universal para que o homem receba a porção de duas fêmeas (Regra de herança baseada no Alcorão 4:11)
(m2.3) – É ilegal que as mulheres saem da casa com os rostos revelados


Não muçulmanos

 (Bigotry para aqueles que estão fora da fé islâmica)

(o4.9) – A indenização paga por um judeu ou cristão é um terço da indenização paga por um muçulmano. A indenização paga de um zoroastriano é um décimo quinto daquele muçulmano.
(h8.24) – Não é permitido dar zakat a um não muçulmano.
(e2.3) – É ofensivo usar os vasos de pratos de não-muçulmanos ou usar suas roupas.
e8.3 diz que um não-muçulmano não pode tocar o Alcorão.
f21.2 diz que os não-muçulmanos não podem “misturar” com os muçulmanos em determinados eventos.
g1.2 diz que é permitido que um muçulmano visite um não-muçulmano que está doente, mas não recomendado. (Mesmo com a visita ao túmulo de um parente não muçulmano – g5.8)
(L5.2) – um não-muçulmano não pode herdar de um muçulmano . (ou vice-versa)
o1.2 afirma que não há penalidade para um muçulmano que mata um não muçulmano
o11.0-11 diz que os assuntos não-muçulmanos de um estado islâmico podem viver livres de danos se eles.
– pagar um imposto especial de “pesquisa” (o jizya)
– cumprir determinadas regras islâmicas, especificamente a penalidade por adultério (lapidação) e roubo (amputação).
– distinguir-se dos muçulmanos por se vestir de forma diferente
– fique do lado do lado da rua quando os muçulmanos passam
– aceite uma forma menor de saudação
– concordar em não construir novas igrejas ou construir casas mais altas do que as dos muçulmanos

O acordo está quebrado (o que significa que os não-muçulmanos podem ser linchados) se ele rompe as regras, não paga o imposto de votação, ” leva um muçulmano longe do Islã “, ” menciona algo inadmissível ” sobre o Islã, ou faz sexo com um mulher não-muçulmana.

(O22.13) – O juiz trata dois litigantes de forma imparcial, sentando-se em lugares de igual honra, atendendo a cada um, e assim por diante, a menos que um não seja muçulmano, caso em que ele dá aos muçulmanos um assento melhor

Veja também os Direitos dos Não-Muçulmanos em um Estado Islâmico


Matança de Sexo e Honra

(o1.2) – Os seguintes não estão sujeitos a retaliação: … -4- um pai ou mãe (ou seus pais ou mães) por matar sua prole ou prole da prole
O12.2 – A penalidade por adultério é apedrejamento. A penalidade por sexo não casado (fornicação) é de 100 cílios.


Escravidão

Uma grande seção da Sharia é dedicada à codificação da prática da escravidão (k32.0). A Confiança do Viajante omite essas regras da tradução da língua inglesa, talvez para obscurecer a confortável relação entre o Islã e a escravidão. No entanto, partes de outras seções abordam tanto a captura de escravos como a sanção de conversão forçada sob coesão óbvia.

(13-13) – Quando uma criança ou uma mulher é tomada em cativeiro, eles se tornam escravos pelo fato da captura, e o casamento anterior da mulher é imediatamente anulado.
(o.14) – Quando um homem adulta é levado em cativeiro, o califa considera os interesses (O: do Islã e os Muçulmanos) e decide entre a morte do preso, a escravidão, a libertação sem pagar nada, ou se resgata em troca de dinheiro ou para um cativeiro muçulmano detido pelo inimigo. Se o prisioneiro se tornar um muçulmano (O: antes que o califa escolha), ele não pode ser morto, e uma das outras três alternativas é escolhida.
(o.12.12) Quem entra no Islã antes de ser capturado não pode ser morto ou sua propriedade confiscada, ou seus filhos pequenos são capturados.
O4.9 é uma das várias regras que estabelecem escravos como propriedade, para serem negociados como uma forma de restituição.
o20.2 deixa claro que um escravo libertado como método de expiação deve ser um “muçulmano sã”.


Roubo

(o14.1) – A mão direita de uma pessoa é amputada, seja ele um sujeito muçulmano e não muçulmano do estado islâmico


Mentira Permitida (Taqiyya)

(r8.2) – O Profeta disse: “Aquele que resolve desacordos entre as pessoas para provocar o bem ou diz algo louvável não é um mentiroso”.

Kulthum acrescentou: “Eu não o ouvi permitir a falsidade em qualquer coisa que as pessoas dizem, exceto por três coisas: a guerra, a resolução de desentendimentos e um homem conversando com sua esposa ou ela com ele (ao suavizar as diferenças)”

Esta é uma afirmação explícita de que mentir às vezes é admissível para um determinado interesse… Falar é um meio para atingir os objetivos. Se um objetivo louvável é alcançável através de dizer a verdade e mentir, é ilegal realizar através da mentira, porque não há necessidade de isso. Quando é possível atingir esse objetivo ao mentir, mas não ao dizer a verdade, é permitido mentir se atingir o objetivo é permitido e obrigatório para mentir se o objetivo for obrigatório…

Se o propósito é a guerra, resolver um desacordo ou ganhar a simpatia de uma vítima legalmente legitimada para retaliar contra um, de modo que ele se abstenha em fazê-lo; não é ilegal; mentira quando qualquer um desses objetivos só pode ser alcançado através da mentira. Mas é religiosamente mais cauteloso em todos esses casos empregar palavras que dão uma impressão falsa, ou seja, pretender por suas palavras algo literalmente verdadeiro, em relação ao qual não está mentindo, enquanto a expressão externa engana o ouvinte …

Deve comparar as más consequências decorrentes da mentira para aqueles envolvidos dizendo a verdade, e se as consequências de dizer a verdade são mais prejudiciais, o direito de mentir …


Arte e Música

r40.1 diz que os instrumentos musicais são condenados.
(r40.3) – É preciso saber que cantar ou ouvir cantar é ofensivo (com exceção das canções que encorajam a piedade).
(p44.1) – Todo fabricante de imagens irá ao fogo, onde um ser será colocado sobre ele para cada imagem que ele fez, para atormentá-lo no inferno
(w50.2) – Imagens imitam o ato criativo de Alá (quando são de seres animados).
(o17.9) – É ilegal decorar paredes com imagens (geralmente interpretadas como imagens de seres animados).


Notas Adicionais

A Sharia é extremamente específica em alguns lugares (como instruções sobre a lavagem do ânus). No entanto, muitas vezes não aborda as muitas rotinas e nuances da vida moderna. Corpos de estudiosos islâmicos ( fiqh ) estendem assim a lei através de fatwas , em que a permissibilidade de uma questão é formalmente determinada pela aplicação do espírito da lei existente.

Leitura adicional

Lei da Sharia para os Não-Muçulmanos (CSPI)
Mapeando a Sharia: violência sancionada (além da confiança )
Jihad na Lei Islâmica (Uma tese aprofundada do Centro de Política de Segurança)
5 coisas verdadeiras sobre Sharia
Sharia EUA: De um Sobrevivente
Mapeando a Sharia
Sharia vs. Constituição dos EUA


Texto reproduzido na íntegra.
Tradução: Google tradutor. Link
Fonte: The Religion of Peace, The truth about Islamic law, publicado em 25 de abril de 2016 e acessado em 05 de outubro de 2017; disponível através deste link.

Senso comum

Mesmo que não siga uma religião e não acredite em Deus, há na essência humana o senso comum que alerta ao homem sobre suas decisões e impactos que elas podem proporcionar. O homem não tem desculpas quando arrastado a praticar o mal, seja por influências externas, seja por conta própria. Àqueles que detêm de alguma forma o poder através da política e não praticam o bem, antes permitem o mal se alastrar, já possuem sua recompensa no dia do juízo de Deus caso não se arrependam de seus caminhos maus. A humanidade não é inescusável quanto ao mal que praticam e a ignorância que as acorrentam, há o caminho da justiça, da retidão. Quantos trilham por este Caminho?

“O Senhor deu aos seres humanos inteligência e consciência; ninguém pode se esconder de si mesmo.” Provérbios 20.27 NTLH

“O coração ansioso deprime o homem, mas uma palavra bondosa o anima.” Provérbios 12.25 NVI

“No caminho da justiça está a vida; essa é a vereda que preserva da morte.” Provérbios 12:28 NVI

A honradez é o caminho para a vida, mas a falta de juízo é a estrada para a morte. Provérbios 12.28 NTLH

“A sabedoria do homem prudente é discernir o seu caminho, mas a insensatez dos tolos é enganosa. Os insensatos zombam da idéia de reparar o pecado cometido, mas a boa vontade está entre os justos.” Provérbios 14:8,9 NVI

“O espírito do homem é a lâmpada do Senhor, e vasculha cada parte do seu ser.” Provérbios 20:27 NVI

“Todos os caminhos do homem lhe parecem justos, mas o Senhor pesa o coração.
Fazer o que é justo e certo é mais aceitável ao Senhor do que oferecer sacrifícios.
A vida de pecado dos ímpios se vê no olhar orgulhoso e no coração arrogante,
Os planos bem elaborados levam à fartura; mas o apressado sempre acaba na miséria.
A fortuna obtida com língua mentirosa é ilusão fugidia e armadilha mortal.
A violência dos ímpios os arrastará, pois recusam-se a agir corretamente.
O caminho do culpado é tortuoso, mas a conduta do inocente é reta.” Provérbios 21:2-8 NVI

“A culpa zomba dos insensatos; mas os retos têm o favor de Deus.” Provérbios 14:9 ARI

“A pessoa sensata controla o seu gênio, e a sua grandeza é perdoar quem a ofende.” Provérbios 19.11 NTLH

“Se você pensa que tudo o que faz é certo, lembre que o Senhor julga as suas intenções. Faça o que é direito e justo, pois isso agrada mais a Deus do que lhe oferecer sacrifícios. Os maus são dominados pelo orgulho e pela vaidade, e isso é pecado.” Provérbios 21.2-4. NTLH

Palavra chave

Honradez