Praticas políticas: dominação social

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O objectivo máximo é extirpar por completo o sentido de <<identidade>> do ser humano, arrancar-lhe a alma e substituí-la depois por uma pseudo-alma artificial, sintética. No entanto, para poder mudar o comportamento dos seres humanos, separá-la da produção industrial e conduzi-la até ao espiritualismo, e para obrigá-los a entrar voluntariamente no mundo da era pós-industrial de crescimento zero e progresso zero, é necessário forçar uma mudança da imagem que o ser humano tem de si mesmo, do conceito fundamental daquilo que somos. Assim, temos de procurar a imagem do homem que resulte e seja apropriada a essa nova era, há que sintetizá-la e depois ligá-la ao cérebro da humanidade.

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Homens de Deus ou hereges?

Até que se conheça os ensinos bíblicos e sua aplicabilidade, a história da sociedade e política, a essência do homem e seu papel na sociedade, muitos erram em mencionar que X ou Y é homem de Deus. Palavras bem empregadas, técnicas de oratória, emocionalismo, companheirismo, caridade e milagres realizados pela misericórdia de Deus são armadilhas que fazem de muitos refém de líderes mal intencionados ou mal estruturados para a função de cuidador de pessoas, funções eclesiásticas. Temos templos e mais templos difundindo heresias, enganando e obstruindo o poder criativo das pessoas que ali frequentam, tornado-as mornas, sem vida e sem perspectiva de se criar um futuro para si e para os demais de sua sociedade.

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A extinção da tutoria nas lideranças

Suspeito que em nossos dias a sensibilidade ou percepção aguçada dos sentidos sensoriais deixaram de existir dentro da essência de cada ser, principalmente entre os mestres e os líderes, seus espelhos e executores de funções. A percepção aguçada permite identificar se alguém próximo está bem, se necessita ser ouvido para que possa resolver algum problema ou necessita de auxilio para caminhar nas veredas[1] da vida…

O executivo, lideranças supremas e mestres se enquadram no conceito de pastor de ovelhas, aquele que cuida individualmente de cada ovelha que integra seu rebanho e não deixa que o rebanho se perca, certificando que as ovelhas que estão sadias, de fato estão sadias e não necessitam de muita atenção, para que os esforços sejam direcionados as ovelhas que estão mais vulneráveis. Exemplo: Lucas 15.3-7

Será que as lideranças, que respondem diretamente aos seus superiores, estão preparadas a cuidar de seus membros da mesma forma que cuidaria um pastor de ovelhas? Estão preparadas para as adversidades, sem adotar a política do descarte ou desprezo dos mais fracos? Ver Ezequiel 34.1-24

 Modelo adotado por muitas instituições
Figura 1: modelo atual de muitas lideranças. Apesar da estrutura, é capaz de dispersar os membros das equipes. O crédito está apenas nos líderes e não nos liderados/equipe de seus líderes.

“Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas. Mas o mercenário, e o que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa as ovelhas. Ora, o mercenário foge, porque é mercenário, e não tem cuidado das ovelhas. Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido. Assim como o Pai me conhece a mim, também eu conheço o Pai, e dou a minha vida pelas ovelhas.” João 10:11-15

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Viver sem sofrimentos

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“-Mas a civilização industrial somente é possível quando não há desprendimento. É necessário o gozo até os limites impostos pela higiene e pelas leis econômicas. Sem isso, as rodas cessariam de girar.” “Não se pode ter uma civilização duradoura sem uma boa quantidade de vícios amáveis” pág 287. **

“Não sofrem e não enfrentam. Suprimem, simplesmente.” Pág. 289**

“Deus no cofre e Ford nas estantes.” Pág. 280**

“-Uma das numerosas coisas do céu e da terra com que não sonharam aqueles filósofos é isto; nós, o mundo moderno. ‘Só se pode ser independente de Deus enquanto se tem juventude e prosperidade; a independência não nos levará até o fim em segurança. ’ Pois bem, agora nós temos juventude e prosperidade até o fim. O que resulta daí? Evidentemente, que podemos prescindir de Deus. ‘O sentimento religioso nos compensará de todas as nossas perdas.’ Mas não há, para nós, perdas a serem compensadas; o sentimento religioso é supérfluo. E por que iríamos em busca de um sucedâneo dos desejos infantis, se esses desejos nunca nos faltam? De um sucedâneo das distrações, quando continuamos desfrutando todas as velhas tolices até o fim? Que necessidade temos de repouso, quando nosso corpo e nosso espírito continuam deleitando-se na atividade? De consolo, quanto temos o soma? De alguma coisa imutável, quando temos a ordem social?” Pág. 283**

“-Então o senhor acha que não existe um Deus?
– Ao contrário, penso que muito provavelmente existe.
– Então por que…?
– Mas ele se manifesta de modo diferente a homens diferentes. Nos tempos pré-modernos, manifestava-se como descrito nesses livros. Agora… – Bem, ele se manifesta como uma ausência; como se absolutamente não existisse. A culpa é da civilização. Deus não é compatível com as máquinas, a medicina científica e a felicidade universal. É preciso escolher. Nossa civilização escolheu as máquinas, a medicina e a felicidade. Eis por que é preciso que eu guarde esses livros no cofre. Eles são indecentes. As pessoas ficariam escandalizadas se…” Pág. 284**

“-Fazemos com que todos detestem a solidão, e organizamos a vida de tal forma que seja impossível conhecê-la.” Pág 285. **

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